Mardi 17 janvier 2012 2 17 /01 /Jan /2012 20:55

Privado de televisão por motivos pedagógicos, eu me mantinha em dia com os programas caros aos jovens recorrendo aos “televizinhos”. Não havia mortal capaz de impedir-me de ir tocar à campainha do vizinho que fosse, no condomínio em que eu morei na adolescência, para mendigar fossem alguns minutos de televisão. Eu dava preferência aos horários em que meus amigos estivessem em casa, mas muitas vezes, ia tocar alguma campainha no início da tarde, tomando cuidado apenas de evitar os apartamentos em que um marido estivesse presente; não que eu tivesse alguma intenção para com as esposas, mas porque os homens eram sempre menos tolerantes a essas invasões de privacidade.

 

Minhas “vítimas” frequentes (isso devia ser chatíssimo para elas, sobretudo no início) eram as moradoras de dois apartamentos contíguos do bloco que dava fundos para os fundos do meu apartamento, mulheres beirando os 30, ambas recém-casadas e uma delas com um filhinho de cerca de um ano e meio. Para evitar eventuais tentativas de identificação, vamos chamar a mãe de Daniela e a outra de Marisa. Eu aparecia pelo menos uma vez por semana na casa de cada uma. No início, elas estranharam um pouco, sobretudo porque elas não tinham filhos da minha idade e não parecia haver motivo para aceitar o meu pedido. Mas eu era tão educado e tão convincente quanto ao meu desejo de ver uma determinada emissão bem específica, que elas acabavam reconhecendo que não havia mal em me acolher por 45 minutos no máximo. E, de fato, eu entrava, me acomodava na frente da tevê e me concentrava integralmente no programa.

 

Daniela e Marisa eram completamente diferentes. O que Daniela tinha de européia – era gaúcha – Marisa tinha de mestiça, mistura de indígena, português e africano. Eu achava Daniela bonita e não reparava em Marisa. Ir à casa da Daniela era portanto uma experiência mais prazerosa, rica de um interesse estético inconfesso. Mas Daniela era menos abordável e, sendo mãe, vivia ocupada, tentando por um mínimo de ordem na casa. Algumas vezes, ela me dizia simplesmente que era impossível porque havia algum imprevisto ou porque ela estava de saída. E lá ia eu tocar a campainha da porta em frente, onde Marisa rapidamente passou a receber com razoavel facilidade e simpatia o vizinho de dezesseis anos que vinha mendigar alguns minutos de sua televisão.

 

Os meses se passaram e me tornei “de casa” nesses dois apartamentos. Daniela e Marisa abriam a porta e me deixavam fechá-la e ligar a televisão. Às vezes, me pediam para ajudá-las em alguma tarefa mais pesada, como trocar um botijão de gás, carregar alguma coisa, deslocar um móvel, etc. Marisa me habituou a tomar um copinho de vermute e, não raras vezes, me servia algum doce que ela tinha preparado para o marido: bolo, pudim, biscoitos, etc. Eu me tornara um companheiro gentil e sorridente para essas mulheres que passavam o dia inteiro sem companhia enquanto os maridos trabalhavam – na mesma empresa – e chegavam cansados, à noitinha.

 

Certo dia, já com meu copinho de vermute e vendo algum dos meus programas favoritos, percebi Marisa andando para lá e para cá no corredor, do quarto para o banheiro. Deduzi que ela estava se vestindo, talvez para sair. De repente, ela me chamou, me pedindo para dar um pulinho até o quarto. Deparei com ela vestindo uma robe aberta que me deixava ver seu corpo moreno, vestido apenas de calcinha e sutiã. Com toda a naturalidade, ela me pediu para sentar na cama enquanto tirou a robe e pediu minha opinião sobre a lingerie; ela queria fazer uma surpresa ao marido. Me fiz de profundo conhecedor dos assuntos femininos e, desprezando os hormônios que já iam entrando em ebulição, comentei que achava tudo muito bonito, inclusive a cor, de um azul celeste metálico que achei muito interessante. Ela me fez mil perguntas: “Não está grande demais? A renda não está exagerada? A calcinha não é cavada de mais? Você acha mesmo de bom gosto? Não quero parecer vulgar...” etc. A verdade é que meus hormônios acabaram sossegando com tantas perguntas e a tranquila falta de malícia da minha vizinha. Mesmo diante do corpo lindo, bem proporcionado e jovem, das coxas e bunda sem celulite nem estrias, dos seios redondos e de tamanho ideal, acabei me aproximando dela como se estivesse diante de uma tia ou prima para arrumar as tiras do sutiã e as rendas posteriores da calcinha. Fui consultado quanto ao cavado da calcinha e, principalmente, quanto à parte que ficava logo acima do rego, que não devia de modo algum parecer um horrível triângulo achatado nas costas e, muito menos, comprometer a forma da bunda, que Marina considerava seu máximo atributo. Depois, tive que dizer se os círculos dos mamilos, que ela achava largos, transpareciam no tecido. Por fim, me afastei para vê-la dar voltinhas como a "mulata Globeleza" e tive que fazer uma apreciação do todo. Aparentemente, saí-me muito bem e Marina ficou satisfeita com sua compra. A sessão não durou mais de 15 minutos e fui dispensado de volta à televisão com um beijo de agradecimento no rosto.

 

O episódio passou, continuei a viver minha vida de jovem que vai à escola, estuda inglês, faz natação e pratica tênis, não deixei de ir à casa da Marisa e da Daniela nem dos outros “televizinhos”. Mas, imperceptivelmente, algo havia mudado em mim. Passei a desejar entrar um pouco mais na intimidade dessas vizinhas que me interessavam anteriormente apenas pela televisão. Era como se uma das minhas orelhas ficasse sondando a casa enquanto a outra ouvia a TV. E, um belo dia, fui à casa da Marisa e a Daniela estava lá. Entrei, cumprimentei as duas, achando graça e gostando de vê-las juntas, conversamos um pouco e fui ligar a TV enquanto as duas foram para o quarto ao lado. Mal me sentei para assistir ao programa, não pude deixar de ouvir que a Marisa, certamente inspirada pela minha presença, estava contando à vizinha que submetera ao meu julgamento a famosa lingerie azul. As duas riam enquanto falavam do episódio que tanto havia me impressionado no início. E não só isso: ouvi nitidamente quando Daniela falou meu nome e disse “gostosinho” e “desmamar” antes de caírem ambas na gargalhada. Nesse dia, Daniela se despediu de mim com um beijo caloroso no rosto antes de voltar para casa. Ela estava linda, com duas tranças finas caindo em cada lado do rosto, com aqueles olhos enormes, perfumada e fresquinha do banho recém-tomado. Fiquei todo aceso.

 

Quando Marisa se despediu da amiga e fechou a porta à chave foi, pela primeira vez, sentar-se ao meu lado no sofá de couro preto em frente à TV. Me lembro que ela perguntou alguma coisa sobre o programa – não me lembro qual era – e fez que ia assistir um pouco do meu lado. Ela logo pôs um braço por trás de mim e ficou me fazendo cafuné. A ereção foi inevitável, mas consegui ocultá-la. Acho que a gente se esquece um pouco do que seja a diferença de idade entre uma mulher de trinta e um adolescente. É grande! Ele custa a conceber que possa haver alguma intenção por trás de um carinho de adulto. Eu estava precisamente nessa situação de incapacidade de interpretar o gesto da Marisa. Para mim, era carinho afetuoso e nada mais, mesmo se me excitava. Fiquei um pouco sem jeito, meio tenso, porque nossa intimidade jamais chegara àquele ponto; timidamente, eu arriscava umas olhadelas sorridentes para o lado. Até que ela parou e foi em direção ao quarto, dizendo-me para ficar à vontade. Terminado o programa, fui embora feliz da vida, achando que isso era o início de uma grande amizade.

 

Como esquecer daquele dia chuvoso e cinzento em que o telefone tocou e, para meu total espanto, era a Daniela, minha linda “televizinha”! Ela estava ligando para me chamar à casa da Marisa porque o filho ia passar o fim de semana com o pai na cidade dos avós paternos e nós três, propunha ela, poderíamos ver TV juntos ou jogar alguma coisa que nos distraísse daquele dia frio, molhado e chato. Desci sem hesitar e fui acolhido por uma Marisa e uma Daniela mais simpáticas e acolhedoras do que nunca e com qualquer coisa de bizarro no olhar e no jeito, que não consegui discernir de pronto. Foi só quando entrei que reparei ambas vestidas como as minhas amigas se vestiam - amigas da minha faixa etária! Daniela estava de minissaia, tênis Keds e uma camiseta rosa estampada de Hello Kitty (era moda). Marisa também estava de tênis e camiseta mas de short em vez da saia, e só me lembro que o short era tão curto que deixava as polpinhas de fora. Achei aquilo meio ridículo, e não só ridículo, mas falso: Daniela estava sem sutiã e, embora tivesse pouco peito, eu jamais vira uma colega ou amiga sem sutiã por baixo da camiseta. Mal comecei a processar todos esses dados, uma mão pegou na minha e fechou nela um copo, bem maior que o habitual, cheio de vermute até a boca, enquanto um cigarro aceso era posto entre os meus lábios. Havia música, a televisão foi esquecida e as duas mulheres estavam a dois passos de mim, rindo, balançando o corpo e me dizendo para relaxar porque íamos fazer uma “festinha”.

 

Devo ter virado um ou dois copos de vermute e tentado dar uma tragada no cigarro par me mostrar. Mas eu preferia dançar e foi bem divertido dançar a 3 naquela sala enfumaçada, ao som da música dos anos 80, infinitamente melhor do que tudo que viria depois, incluindo a de hoje. Mas apesar das roupas juvenis, das coxas de fora da Marisa e dos peitinhos da Daniela saltitando na camiseta, aquelas mulheres tinham a idade que tinham, uma delas tinha um filho e isso para mim era determinante. Por mais que elas se insinuassem, por mais erotizado que eu já estivera por conta do tal dia da lingerie, eu não me via indo além daquela brincadeira inocente a três. E tudo teria ficado por aquilo mesmo, não fosse por um evento totalmente imprevisível. Em meio à brincadeira, ouvimos uma chave girar na fechadura e a porta se escancarar deixando à mostra um um homem moreno e corpulento, de cerca 1,85m: o marido da Marisa resolvera encurtar o expediente e voltara para casa por volta das 2h da tarde.

 

O problema jamais seria a música, nem o cigarro, nem a bebida. O problema era eu. O que é que o pivete do terceiro andar do outro bloco estava fazendo na casa dele, com a mulher dele e a mulher do vizinho? Só me lembro de ter visto a Marisa levar o Flávio (era o nome do marido) para dentro enquanto a Daniela dava uma baforada para cima ao mesmo tempo que articulava um “Xi! Ferrou!” com a sua voz rouca e sotaque de gaúcha. Mas o vermute agira e ela me chamou para dançar como se nada fosse, frente a frente, bem colada em mim. Minutos depois, o Flávio voltava para a sala já de bermuda e camiseta, com ar de desânimo, empurrado pela Marisa que cantava a música em altos brados. Ela o deixou entre nós e foi até um móvel servir uma boa dose de uísque para o marido. Ingeridos os primeiros goles, Flávio desfranziu o cenho, sorriu e o ambiente desanuviou-se.

 

Me vi dançando com 3 adultos, dentre os quais um homenzarrão de 40 anos. Os pares se formaram pela lógica do momento. Embora o casal casado já se agarrasse lascivamente, Flávio com as duas mãos grudadas no traseiro da Marisa, que se empinava na ponta dos pés para beijá-lo na boca, eu continuava me comportando segundo as normas, evitando contatos muito íntimos com a minha parceira momentaneamente solteira, deixando que ela tomasse toda e qualquer iniciativa. Daniela e eu estávamos dançando uma música lenta quando a Marisa e o Flávio pararam e foram para o sofá. Como se nós não existíssemos, ele começou a beijá-la de língua muito profundamente enquanto a acariciava, por cima do short, mas diretamente entre as pernas. Aquilo me excitou instantaneamente, mas eu não queria que a Daniela desconfiasse. Olhamos um para o outro rindo e continuamos a dançar enquanto a coisa esquentava a ponto de ser possível ouvir os gemidos da Marisa que, um pouco sem jeito, tentava em vão se desvencilhar da mão do marido. Eu não conseguia evitar de olhar porque aquilo era inédito para mim; eu ainda não vivera situações de erotismo real, a não ser de uma ereção durante um beijo. O fato é que fui sendo incapaz de esconder e Daniela interpretou a coisa como se eu estivesse me impressionando. A solução que ela encontrou, talvez por ser mãe, foi de me perguntar baixinho se eu estava me sentindo constrangido e queria ir embora. O que eu estava sentindo era uma ereção monumental e uma curiosidade incontrolável de ver o que ia acontecer. Tudo, menos ir embora! Mas respondi com um “não” indiferente, fingindo apenas que eu não me incomodava e continuei dançando com ela e dando um jeito de não perder o espetáculo no sofá.

 

À certa altura, ouvi a voz grave do Flávio me chamar pelo nome. Quando me virei, ele estava todo sorridente, me estendendo seu copo de uísque e me mandando “entornar”, o que fiz sem hesitar mas achando fortíssimo.

 

A realidade mudou, ficou psicodélica, privilégio ainda daquele início de anos 80, e passei a ver Daniela como mulher linda e não mais como a mãe de um garotinho. De minissaia e camiseta marcada pelos peitinhos miúdos, bonita com aqueles grandes olhos azuis, o cabelo em rabo de cavalo, ela merecia minha atenção tanto quanto as meninas do colégio ou do clube. Tínhamos a mesma altura. Liberado pelo álcool da censura habitual, procurei sua boca e ela correspondeu introduzindo imediatamente a língua na minha. Não me incomodei mais com a minha ereção, que deixei pulsar contra a sainha curta enquanto minha mão era conduzida pela Daniela até um dos seios perfeitamente cônicos e de mamilos intumescidos.

 

Ficamos um pouco mais dançando e nos beijando, mas Daniela logo me puxou para o sofá, passando uma perna por cima da minha e me convidando a acariciar sua coxa. Percebi que ela queria sentir minha mão em seu corpo, que ela oferecia com muito desejo, olhando ora para a minha mão, olha para meus olhos. Explorei aquela coxa até invadir a sainha e apalpar a bunda carnuda enquanto Daniela literalmente vasculhava a minha boca com língua e dava pulinhos e gemidos ansiosos. Sua mão pressionava minha calça procurando abri-la sem êxito.

 

Numa rápida olhada para trás, cruzei o olhar da Marisa, que deu uma piscadela de satisfação ao ver que estávamos nos divertindo e entregou-se agora desinibida às carícias do marido. Ele havia erguido sua camiseta logo acima dos seios e dedicava-se a chupá-los alternada e ruidosamente, enquanto ela dava gritinhos. Daniela e eu nos entreolhamos mais uma vez e rimos, voltando aos nossos afazeres. Ela retirou a perna de sobre as minhas e, com a cabeça no meu peito, começou resolutamente a abrir minha calça, vez por outra olhando-me nos olhos, certamente testando minhas reações. Fiquei um tanto tenso; era a primeira vez que uma mulher fazia aquilo. O botão aberto, ela baixou lentamente o zíper e expôs minha cueca que logo descobri encharcada. Fiquei apreensivo e envergonhado, mas ela nem se deteve e foi logo afastando o elástico, liberando meu pau já no auge da ereção. Meu cheiro invadiu-me as narinas e certamente as dela. Eu tinha parado de acariciá-la e estava imóvel, olhando para a cena, tentando inutilmente imaginar a etapa seguinte, preocupado com o estado e, como se não fosse suficiente, com as dimensões do meu sexo imaturo. A sucessão das etapas do jogo erótico não e é óbvia para o iniciante. Na minha cabeça, tudo era imaginável e Daniela tanto poderia prosseguir como fechar minha calça e parar por ali, fosse por nojo ou decepção.

 

Mas ela prosseguiu e pude ver pela sua expressão que ela estava se deliciando em me descobrir intimamente. Ela me fez abrir um pouco mais as pernas para me descontrair, depois descer um pouquinho a calça e passou os dedos por baixo do meu saco, envolvendo-o carinhosamente com a mão e fazendo cara de admiração diante da sucessão de bruscas pulsações do meu pau. Ainda preocupado com o tamanho, que eu sabia ser certamente muito menor que o do meu vizinho no sofá, eu continuava bastante contraído. Daniela deve ter percebido isso pela tensão do meu corpo e cochichou sorrindo: “Ele é fofo!” Aquilo me fez tanto bem que me soltei, vendo minhas coxas alargarem-se no couro preto do sofá. Ela o empunhou já puxando lentamente o prepúcio e expondo a cabeça róseo-azulada do meu pau, bem definida e de abas largas. Ela o fez com tanta delicadeza que, quando a cabeça ficou completamente exposta, minha sensação foi quase a de uma penetração.

 

Enquanto estávamos assim distraídos, os gemidos se amplificavam na outra extremidade do longo sofá negro. Arriscamos uma olhada e vimos Marisa ajoelhada no tapete, presenteando o marido de bermuda nos pés com uma intensa felação. Não pude deixar de constatar que, de fato, o pau dele era muito maior que o meu, grosso e escuro. Ela o empunhava pela base e, com a boca escancarada, percorria-o de alto a baixo fazendo barulhos guturais e molhados. Flávio, em delírio, recostara a cabeça no sofá e gemia de olhos fechados, murmurando “Assim... Assim mesmo, lindinha... Segura forte e chupa... Que gostoso!”

 

Para mim, era o sinal que faltava para a liberação total. Era o consentimento dos “maiores e vacinados”. Olhei para Daniela e, inspirado pelos murmúrios do Flávio, dei a entender que gostaria do mesmo "presente". Ela não se fez de rogada e mergulhou minha estaca ereta em sua boca quente e molhada fazendo-me descobrir pela primeira vez na vida as deliciosas sensações do sexo oral. Minha cabeça foi automaticamente para trás e minha mão se enroscou no cabelo da Daniela. Pela sucção e pelos movimentos da língua, pude adivinhar que ela estava se deliciando com a baba que o meu pau vinha liberando copiosamente. Isso a ocupou durante o ataque inicial, mas ela logo se entregou ao tão excitante sobe-e-desce regular. Eu estava febril sentindo meu saco manipulado e meu pau devorado pela boca ávida de mulher que conhece bem a arte. De vez em quando, eu olhava para os outros, impressionado com a capacidade que a Marisa tinha de engolir o que para mim era um membro colossal (de memória, eu o estimaria atualmente em cerca de 18cmx5cm). E não só com isso, mas com a resistência do Flávio! Ela havia aberto o short e mergulhado uma mão dentro dele para se acariciar. Ambos gemiam desinibidos.

 

A felação leva ao orgasmo e eu só havia visto bocas cheias de esperma em revistas pornográficas. Será que toda mulher aceita isso? Era uma pergunta que eu ainda me sentia incapaz de responder. Nossas ejaculações, tanto a minha quanto a do Flávio, eram pura questão de tempo e, pelo grau de excitação, achei que elas não tardariam a acontecer. Embora normalmente eu fosse resistente e tivesse que me masturbar durante uns bons minutos para chegar ao gozo, aquele cenário tão erótico ia me levando rapidamente ao ápice e aquilo começou a me preocupar, e a um tal ponto que olhei pela janela para tentar me distrair.

 

Mas a diferença era que eu estava entre adultos. À certa altura, Marisa comunicou que eles iam “lá para dentro” e nós os vimos irem para o quarto sem se preocupar em fechar a porta. A cama de casal era visível de onde estávamos e, em instantes, pudemos ver Flávio deitar-se completamente nu, masturbando lentamente o membro em riste, até que Marisa, de frente para ele e de costas para nós montou-o e o fez desaparecer entre suas coxas morenas, emitindo um gemido intenso. Foi a primeira imagem de penetração ao vivo de toda a minha vida e jamais vou esquecê-la. Nova entreolhada entre Daniela e eu. Mas me senti infantil com tanta inexperiência. “O que é que é para fazer agora?”, eu me perguntava, ansioso.

 

Enquanto eu me entregava às minhas dúvidas, Daniela me pediu licença, foi ao banheiro, ficou por lá cerca de cinco minutos e voltou. Eu continuava muito excitado, mas, por pudor, tinha levantado a cueca. Na volta, ela se aproximou de mim, de pé à minha frente e, pegando minhas mãos, as pôs em suas coxas. Adivinhei que era sinal de que eu devia fazer alguma coisa. Percorri suas coxas brancas e lisas até em cima e Daniela se aproximou mais ainda praticamente colando-se ao meu rosto. Minha dúvida se dissipou. Comecei a desabotoar os botões metálicos da sainha e me vi a centímetros de uma calcinha vermelha, sem rendas ou enfeites, baixa e justinha como uma tanga de praia. Tentei adivinhar a bucetinha carnuda e depilada por trás do tecido fino. Fiz que ia tirá-la, mas Daniela me impediu: “Lambe primeiro... Baba a minha calcinha toda, vai...”, pediu ela, repondo minhas mãos em suas coxas.

 

Eu mal podia acreditar. Eu olhava para aquele corpo de mulher à minha frente e o comparava ao meu, quase do mesmo tamanho e igualmente liso como o de uma rã; eu que, até então, só conseguira fazer com que uma namoradinha apalpasse meu pau duro. No dia seguinte, pensei, eu estaria anos-luz à frente de toda a minha turma, vizinhos, amigos, parentes, primos! Senti um arrepio de euforia percorrer-me o corpo ao mesmo tempo em que toquei coma língua o tecido vermelho da tanguinha diminuta e esticada no corpo gostoso da Daniela. Ela envolveu-me a cabeça com as duas mãos e me ofereceu seu sexo. Lambi o tecido finíssimo sentindo na língua o estreito sulco da fenda. Daniela logo começou a me acariciar o cabelo com mãos nervosas. Percorri suas coxas até chegar à bunda miúda e redonda. Por trás, a calcinha se perdia no rego para ressurgir no períneo, envolvendo com perfeição milimétrica a bucetinha que começava a se delinear através da trama fina do tecido encharcado da minha saliva. Daniela, toda curvada para trás, esfregava literalmente minha boca em seu sexo enquanto quase me arrancava o cabelo, gemendo e sussurrando coisas eróticas para si mesma. Até que, não aguentando mais, puxou para o lado a calcinha, revelando a fenda úmida. Não olhei de saída porque não parei de lamber, mas logo quis vê-la de perto e constatei que eu tinha razão: era carnuda, branca, perfeitamente depilada, apenas um risquinho discreto que se iniciava, no alto, a partir de uma ínfima depressão circular e descia seguindo o contorno arredondado dos dois lábios perfeitos. Partindo de baixo, lambi a fenda, soltando a respiração e constatando que não havia nenhum cheiro desagradável. Na verdade, ela estava cheirosa e isso me fez lembrar da ida ao banheiro momentos antes. Vendo-me indeciso, Daniela me disse para abri-la com os dedos. Obedeci e, maravilhado, expus os pequenos lábios de um vermelho vivo e brilhante em contraste à pele branca e mate dos grandes. O olhar de Daniela me mandava prosseguir. Cuidadosamente, passei a língua entre os pequenos lábios, logo percebendo a diferença de consistência e sabor entre a minha saliva e o líquido transparente que os embebia. Inicialmente, hesitei em  prová-lo, mas logo me soltei e deixei que um pouco chegasse às minhas papilas. Era quase insípido, apenas levemente salgado. Colhendo sumo, engoli olhando Daniela nos olhos enquanto ela me acariciava o rosto, sorrindo e convidando-me a prosseguir. “Passa a língua com força bem aqui.”, disse ela, acariciando o clitóris com o dedo anular. Sua reação de prazer veio instantaneamente. O movimento das ancas se acelerou, o aperto das mãos duplicou, os gemidos se amplificaram e a respiração se tornou ofegante.  Daniela pôs um pé sobre o sofá e se serviu da minha cabeça, fazendo-me lamber forte e sem parar até que um espasmo brusco jogou sua cintura para frente e ela conteve um gemido que provavelmente teria sido muito forte se estivéssemos sozinhos. Com uma mão sempre forçando minha cabeça e outra acariciando os próprios seios, ela conseguiu sussurrar um “Estou gozando...”, talvez para me tranquilizar na hipótese de eu não estar conseguindo decifrar seu comportamento. Continuei tentando lamber seu clitóris, mas Daniela pressionava-me a com tanta força que ela parecia querer meus dentes.

 

Foi então que me ocorreu uma idéia. Percorrendo a fenda com o polegar, incerto quando ao ponto de entrada, pressionei-o lábios abaixo e senti-o mergulhar facilmente no orificio completamente lubrificado. Daniela abraçou-me a cabeça com as duas mãos e grudou o corpo em mim, como para não desmoronar. Percorri as paredes da buceta encharcada, reconhecendo a textura lisa, aprofundando meu dedo até a almofada da mão. Daniela já não estava se aguentando nas pernas. Enquanto ela foi descendo pelo meu corpo, dei um jeito de livrar-me completamente da calça e da cueca e deixei-a tomar a iniciativa. Com as pontas dos dedos, ela ergueu meu pau e sentou-se nele, envolvendo-o com sue sexo quente e molhado, instalando-se no meu colo, empalada, para logo iniciar movimentos nervosos, esfregando-se em mim para que ele, pensei, continuasse a esfregá-la no clitóris como a minha língua. Seus peitinhos bicudos roçavam no meu peito liso e seu hálito fresco se misturava ao meu. Nos beijamos profundamente, ela sempre querendo a minha língua, chupando-a e engolindo minha saliva. De vez em quando, ela me perguntava: “Está querendo gozar?” Eu dizia que não e ela me dizia: “Se quiser dentro, pode, viu?”, o que me tranquilizava completamente. Ela começou a variar os movimentos, alternando as esfregadas com vaivéns de alto a baixo que me faziam penetrá-la da glande ao saco. Minha providencial resistência ao orgasmo se deveu ao excesso de lubrificação. O ruído que eu ouvia era predominantemente líquido e meu pau deslizava praticamente sem atrito. Quando ele escapulia de sua buceta encharcada, Daniela o punha de volta acolhendo-o como um bebê que acolhe a chupeta.

 

Daniela acariciava meu rosto imberbe, meus ombros, meus braços, meu peito, olhando satisfeita e achando tudo bonito, forte e viril, embora liso. Eu, que me limitara a acariciar suas coxas enquanto ela saltitava no meu colo, resolvi puxá-la mais para mim, agarrando-a pela bunda. Ela gemeu ao sentir a buceta alargada pela base do pau. Passei minha mão no rego da bundinha totalmente aberta, toquei no meu pau e senti-o entrar e sair, depois apliquei meu dedo ao cuzinho, descobrinho o relevo das preguinhas finas. Tentei pressioná-lo, mas Daniela me deteve, com um “Não!” sorridente, carinhoso, mas persuasivo, já entrando num ritmo regular de cavalgada, apoiando as mãos nos meus ombros. Ficamos assim por uns bons momentos.

 

Sentindo-a distraída, notei que ela estava olhando para os nossos anfitriões, no quarto. “Também quero ver!”, brinquei. Ela então desmontou de mim e me pediu para levantar. Obedeci e ela foi por-se de joelhos no sofá, dando-me as costas. A visão da curvatura da coluna e da bundinha branca, alongada mas saliente e carnuda com suas duas polpinhas bem definidas me fez redobrar de excitação. “Vem!” Me ajoelhei por trás dela e colei meu pau em seu rego envolvendo seus peitinhos com as mãos. Ela se empinou toda em resposta, virando-se para trás para procurar minha boca. Ficamos assim por alguns instantes até que, com a mesma perícia, ela pegou meu pau, desta vez por entre as pernas, e o encaixou facilmente na entrada convidativa da bucetinha melada. Nessa posição, tudo mudava, até mesmo o tipo de pressão da buceta em torno do meu pau. E a visão dele sumindo por baixo dos gomos daquela bundinha linda foi uma das mais sublimes que já tive.

 

Assim que voltei ao ritmo regular, gemidos fortes nos chamaram a atenção para o quarto, onde podíamos ver claramente o que os outros estavam fazendo. De costas para nós, sobre a cama, Marisa estava de quatro com as pernas afastadas e víamos sua mão massageando energicamente a buceta enquanto Flávio, por trás dela e em posição de lutador de sumô, segurando-a firmemente pela cintura, entregava-se a um movimento praticamente vertical que nos permitia ver sua bunda grande com o rego muito aberto, um saco redondo e depilado e seu pau que entrava e saía agilmente do cu extremamente dilatado da esposa. Marisa só não devia estar aos berros por causa da nossa presença, pensei. Ela continha gemidos agudos e xingava o marido de tudo quando é palavrão, mas quase ameaçando-o de morte se parasse. “Fode! Soca! Vai, seu puto! Não para! Mais forte! Isso! Mete tudinho! Tá me matando de tesão! Quero gozar com ele no meu cu!” Agarrado à cintura da Daniela e excitadíssimo com a cena, fui acelerando meu próprio vaivém em sua bucetinha molhada e tenra, enquanto ela fazia resitência, apoiando-se com as mãos no encosto do sofá. Meu pau não podia estar mais duro. Quando ele escapulia e vinha colar-se à minha barriga, eu aproveitava para olhá-lo, constatando a curvatura para cima e o calibre inhabitual. Eu nunca o vira tão grosso. Mas eu não podia contemplá-lo por muito tempo porque logo Daniela choramingava um irresistível “Ahn! Volta pra mim, vai!” Numa das escapulidas, tentei pincelar seu rego e procurar o cuzinho, mas ela tornou a negá-lo e me dissuadiu definitivamente, pelo menos por aquela primeira vez.

 

Continuamos a observar nossos amigos até ver Flávio entrar num ritmo frenético e gemer anunciando o orgasmo. Marisa enterrava três dedos na buceta e voltava lixando o clitóris, gemendo continuamente e mandando: “Goza dentro, tá... Quero o teu leite todo no meu cuzinho. Dá tudinho pra mim, hein, morzão...” O membro grosso e escuro desferiu estocadas profundas até que Flávio soltou um gemido forte e, permanecendo enterrado até o talo, deu meia-dúzia de golpes curtos que deviam corresponder às emissões de esperma. “Tudinho pra você”, disse ele sem descolar o saco da bunda morena da Marisa. “Ai! Está tão grosso, amor!”, foi a resposta dela, certamente sentindo as últimas pulsações do pau duríssimo dilatarem-lhe o cuzinho já tão castigado.

 

Quando Flávio se deu por satisfeito e saiu dela, ainda nos proporcionou um último espetáculo. Devia fazer parte dos hábitos do casal. Marisa continuou de quatro e ele, ao lado dela, colocou uma toalha na cama, bem entre as pernas dela. Em seguida, ele separou as duas bandas da bunda gostosa dela e nós pudemos ver o esperma brotar do cuzinho, percorrer os lados da buceta e gotejar na toalha enquanto, maravilhado, Flávio manipulava os seios de uma Marisa exausta, ofegante, a cabeça descansando sobre os braços. Flávio deu uma rápida olhada para nós, mostrando estar ciente de que tínhamos assistido ao “show” e deixando-nos entender que era hora de terminar também. Para nos deixar bem à vontade, ele saiu da cama e fechou a porta do quarto.

 

Daniela assistira "de camarote" e estava excitadíssima. Desencaixando-se de mim, ela foi sentar-se numa poltrona, de pernas escancaradas e rebatidas sobre o corpo, acariciando a bucetinha que desabrochara e exibia agora os pequenos lábios, o clitóris e o orifício de entrada. Fiquei por um momento de pé, olhando para aquele corpo delicioso cujas formas se definiam, nítidas, em contraste ao couro negro, e observando Daniela que me olhava com desejo: “Que tesão, esse corpo moreno tão lisinho e todo fortinho com essas coxas grossas, essa barriguinha, esse peito, esses braços... Me dá até agonia! Vem logo, vem!”

 

No auge da excitação e com muita vonta de de gozar, me aproximei e, ajoelhado com Daniela entre as pernas, enterrei meu pau até o talo, arrancando dela um gemido diferente dos anteriores. E iniciei um vaivém rápido e regular, escutando-a gemer como um chorinho de criança. Alternei para a posição de "flexão". Ela gostou, soltando um "Ahn!" cada vez que meu corpo batia no seu produzindo o ruído característico. “Você é forte, sabia!”, dizia ela entre um gemido e outro, ora segurando as pernas, ora acariciando-me os ombros, ora percorrendo-me os braços, pedindo beijos molhados, chupando minha língua e sorrindo lascivamente.

 

Daniela estava visivelmente feliz de me iniciar no sexo. Estávamos entrosados e eu não tinha dúvida de que aquela estava sendo apenas a primeira vez. Passamos longos minutos trepando na poltrona e, assim que senti a pressão no períneo anunciando o orgasmo, confirmei se podia ser “dentro”. Vendo a excitação radiante da Daniela, envolvi-a pela cintura e golpeei com toda força a bucetinha quente e macia que ia me fazer gozar, constatando pelos gemidos e por um dedo na boca entreaberta a reação de prazer. Daniela entregou-se, ofegando e cochichando bem baixinho no meu ouvido: “ Me fode com força e me inunda, vai. Quero tudinho dentro de mim!” Ela parecia leve como uma pluma nas minhas mãos, enquanto eu desfechava golpes e mais golpes até o limiar da dor e o início dos disparos de uma série de jatos fortíssimos e densos. No final, Daniela me agarrou pelo pescoço e enroscou-se em mim como se não quisesse mais que eu parasse de gozar dentro dela. Ficamos encaixados por alguns instantes, trocando carinhos e beijos, até que me afastei e fiquei ajoelhado no tapete, à sua frente, olhando-a descomposta, descabelada, a pele úmida, e assistindo às últimas pulsações do meu pau. “Vem cá.”, pediu ela, sentando-se na beira da poltrona. Levantei e ela me acariciou as coxas, olhando alternadamente para o meu pau e para meus olhos. Sorri quando ela me puxou ainda mais para perto, abocanhando-o e começando a chupá-lo e lambê-lo para limpá-lo, já meio amolecido, mas ainda firme e grosso. Estávamos saciados e satisfeitos e me lembro que me senti como um amante, mas isso ainda estava meio confuso na minha cabeça. Nos vestimos e esperamos que o Flávio e a Marisa saíssem do quarto.

 

Tudo havia sido tão perfeito e harmonioso, que Flávio nos convidou a ir jantar fora. O programa se prolongou numa pizza e num longo passeio pela estrada. Minha iniciação não poderia ter sido mais feliz, com a inauguração de uma longa relação que mudaria completamente o caráter das minhas visitas a esses “televizinhos”. Há muita história daquele período para contar, que terei muito prazer em publicar se for, é claro, do interesse e agrado do leitor.

Par marcfauwel - Publié dans : Teen - Communauté : LesMeilleursBlogsdeSexe
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