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Verdades & Delírios
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Passei a semana passada num congresso sobre escultura na Antigüidade Clássica que teve lugar na capital de um país europeu. Sou um professor de 35 anos que terminou seu pós-doutorado e está começando a tirar proveito dos privilégios da elite universitária. Não sendo exclusivamente dependente da minha remuneração, permito-me estar em todos os eventos relevantes da minha área de interesse. Normalmente, me comporto como o “nerd” que sempre fui: extraio o máximo possível dos eventos, tomo notas, passo tudo a limpo no hotel à noite, faço um pouco de turismo e volto para o Brasil com sensação de trabalho honestamente cumprido. Mas desta vez, foi diferente e por isso senti a necessidade de relatar o episódio.
O congresso começou no domingo à tarde, com uma conferência interessantíssima sobre o mármore e a forma, que me seduziu e excitou, porque a conferencista, uma linda romana de menos de 25 anos, decidiu ilustrar sua fala com imagens da confecção das nádegas na estatuária grega. A essa conferência e outras mais seguiu-se um número interminável de mesas-redondas, cujas mais interessantes anotei na íntegra. Na quinta-feira, já de posse de todo o material que me interessava, comecei a ficar disperso e a sair freqüentemente das salas, para ir ao banheiro ou à cafeteria.
Numa dessas vezes, perambulando por perto de um dos banheiros do museu onde estava ocorrendo um segmento do congresso, indeciso quanto a entrar ou não, passei por uma jovem de menos de 20 anos, numa mini-saia tão curta que tornava suas coxas num espetáculo quase escandaloso. Ela estava estranhamente vestida, com uma meia de seda azul-céu que despontava de um All Star branco, ia até o meio das coxas e deixava transparecer um bom trecho de pura carne branca, lisa, rija, voluptuosa, desejável, até a barra da sainha preta plissada, de menos de um palmo de largura. Os seios não passavam de dois pequenos cones que quase furavam uma T-shirt exibindo uma caricatura ferina de um papa antigo. Ela tinha cerca de 1,60m, era loura de cabelo até a nuca, muito bonita, com um ar sorridente que deixava ver dentinhos curtos e retos. Quando enfim decidi entrar no banheiro e olhei para a porta, ela entrou imediatamente na minha frente. Procurei o símbolo do banheiro e constatei que havia bonequinhos dos dois gêneros. Cheguei a ver a menina desaparecer num dos dois reservados. Hesitei, mas quando constatei que a parede não era vazada embaixo, acabei entrando no cubículo desocupado. Eu estava excitado e resolvi me masturbar um pouco. Em pé diante do vaso, abri o cinto, baixei a calça até os pés, a cueca até o meio das coxas, levantei um pouco a camisa e comecei a manipular lentamente o meu pau, sentindo-lhe a grossura, o calor, repuxando bem o prepúcio, depois massageando meu saco, o baixo-ventre, entre as coxas, enquanto tentava rememorar a visão da menina que devia estar seminua na cabine ao lado. O êxtase me levou a erguer a cabeça e quando, não sei por que razão, abri os olhos, topei com ela me olhando do alto da divisória interrompida. Mais do que depressa, puxei a calça junto com a cueca e tentei atabalhoadamente esconder meu sexo, mas a menina ficou lá, contemplando minha falta de jeito com o mesmo sorriso que eu vira pouco antes. Era inútil continuar a me vestir. Larguei tudo e olhei para ela, convidando-a com a cabeça. Segundos depois, estávamos os dois no meu reservado.
Lu – esse era o nome da italianinha – entrou e foi diretamente sentar-se no vaso, ainda vestida. Eu me despi completamente e lhe ofereci meu membro, que ela empunhou, masturbou um pouco e pôs gulosamente na boca, lambendo muito e mostrando-se totalmente à vontade com a felação. Ela não chegava à “deep throat”, mas introduzia meu pau quase completamente em sua boquinha linda e o tirava ligado a ela por uma longa e elástica baba transparente. Enquanto chupava, ela massageava ora minhas bolas, ora minhas coxas, ora minha bunda, afundando seus dedinhos no meu rego e apertando uma nádega com força, fazendo-me reagir puxando a sua cabeça dourada e quase obrigá-la a engolir meu pau até quase colar sua boquinha na minha pélvis. A tensão sexual foi subindo rapidamente. Lu, que já estava se masturbando, foi deixando claro que também não queria parar por ali e me empurrou para trás, pedindo-me para esperar.
Fiquei colado à porta, ela baixou a tampa do vaso, subiu nele e me deu as costas, inclinando-se um pouco para a frente e apoiando-se na parede, exibindo-se de corpo inteiro para mim, que via suas pernas e coxas naquelas meias de seda azul-céu, depois o final branco da parte mais grossa das coxas, mas nada de calcinha. Foi só quando ela se debruçou mais um pouco que percebi que ela estava com uma minúscula fio-dental totalmente enfiada no rego. Me perguntei como é que ela tinha coragem de sair daquele jeito e, mais ainda, de entrar num museu! Ela parecia tudo menos prostituta, era apenas uma jovem de cidade antiga do Primeiro Mundo. Tudo me levava a crer que fosse uma menina da classe alta.
Ainda fiquei observando durante alguns segundos, explorando aquela roupa estranha e o corpo que ela parecia revelar tanto mas que ainda me era tão desconhecido. Ela ficou de mãos espalmadas na parede, rebolando ligeiramente, empinando-se para me deixar ver as dobras das nádegas pequenas mas pesadas e a convexidade do tapa-sexo entre as coxas. Adivinhei ali uma buceta carnuda e lisa, mas pequena. Minha mão espontaneamente começou a escalar aquelas pernas, sentindo sua forma e logo entrando sob a sainha. Lu sentiu-se segura e ofereceu-se ainda mais. Invadindo a sainha com as duas mãos, procurei o fio da calcinha e comeceia a baixá-la, vendo-a sair do rego e descolar-se da buceta que, como eu imaginara, era branca e tão bem depilada que chegava a brilhar, exibindo apenas o risco sombrio e já úmido da fenda. Olhei devagar, com toda a atenção, para aquele risco tão fino, tão fechado, mal acreditando que ele fora aberto por outros homens. Tudo parecia intacto ali.
Mas Lu não deixava dúvida de que conhecia o sexo e muito bem. Com homens de que faixa etária, isso eu não sabia. Continuando minha escalada, cheguei aos pequenos seios e pude sentir os bicos duros e atentos. Ela queria um homem feito? Pois teria um. Ergui completamente a sainha e passei a língua superficialmente pelo rego da bunda redonda e bem feita, enquanto minhas mãos empunharam com força as duas coxas. Lu afastou um pouco mais as pernas e se empinou ao máximo. Só precisei abrir bem a boca para passar a língua ao longo de toda buceta branca e quente, agora molhadinha de tesão. Foi a própria Lu que, com uma mão, abriu os grandes lábios para exibir os pequenos, vermelhos e molhados como pétalas. Passei a língua entre eles, fazendo a menina titubear sobre o vaso e precisar das minhas mãos fortes. Logo se tornou impossível continuar nessa posição e tive que pô-la sentada no tampo do vaso, com as pernas bem levantadas. Foi nessa posição que eu lambi profundamente a buceta linda da menina e colhi seu sumo, estimulando seu clitóris e fazendo-a gozar duas ou três vezes. Dei belas idas e vindas que deixaram a menina completamente frouxa em minhas mãos. Miúda, ela conseguia quase se deitar sobre o tampo do vaso, com as pernas para cima, escancaradas. Foi nessa posição que eu a penetrei pela primeira vez.
Lu queria. Seu rosto pedia meu pau como uma criança que pede um presente. Com as mãos para trás segurando a válvula de descarga, ela dobrou as coxas sobre o corpo, exibindo-me a buceta agora encharcada e convidativa. Meu pau latejava a pouco menos de um palmo dela. Abrindo bem minhas pernas para ficar na altura do seu corpo e apoiando-me no vaso, encostei minha glande nos lábios, procurei a entrada na parte inferior e empurrei. A lubrificação de ambos permitiu que a minha glande logo encontrasse o orifício vaginal. Olhei para Lu, fazendo-a entender que meu diâmetro ia expandir seu corpo de maneira bem incomum. Ela fez que sim e comecei a penetrá-la. Vi meu pau alargar a entrada e começar a sumir dentro dela, enquanto Lu contraía um pouco o rosto e acariciava meus braços. Comecei a socar ritmadamente, ouvindo seus gemidos baixos e sua voz cochichar obscenidades (“Mete com força”, “Me fode, vai!”). Ela parecia uma menininha indefesa, toda espremida contra o vaso e sendo penetrada por mim.
Quando alguém entrava no banheiro ao lado, nos fingíamos de mortos e quase sempre eu a beijava profundamente sem sair de dentro dela. Devemos ter ouvido uma dezena de pessoas entrarem e saírem do reservado vizinho, o que nos levou a ficar pelo menos meia hora naquele banheiro. Em algumas das vezes, eu dei meu pau para que ela chupasse enquanto ouvíamos os ruídos ao lado. Por fim, quando nós quisemos gozar, ela debruçou no vaso e ofereceu-me a bunda. Cheguei a me confundir, invadindo seu rego e tocando o cuzinho com meu pau, mas não era isso que ela queria e assim que tentei me aprofundar, ela me evitou. Voltei então para a buceta e comecei a socar vigorosamente até sentir que Lu começara a gozar, mal contendo gritos e quase desabando com os espasmos do orgasmo. Quando chegou minha vez, só tive tempo de perguntar aonde ela queria e vê-la desprender-se de mim para abocanhar meu pau e receber tudo na boca. Ela não engoliu, mas foi excitante demais ver meus jatos cobrirem aqueles dentinhos brancos e curtos, escorrerem pelos lábios e serem recuperados pelos seus dedinhos hábeis, antes de irem descarga abaixo. Quando terminamos, Lu fez xixi lambendo meu pau até deixá-lo completamente limpo.
Saímos do banheiro e fomos para a cafeteria do museu, onde ela me explicou que que aquele lugar a deixava inexplicavelmente excitada e que não era a primeira nem a segunda vez que ela transara naqueles banheiros. Quando estávamos para nos separar, eu me mostrei curioso com a inicial B em seu colar e esta foi a última coisa que ela me disse : Borgia.
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