Lundi 10 mai 2010 1 10 /05 /Mai /2010 05:14

Quando cheguei à cozinha, a Flávia estava lá, nuinha, bebendo água. Só vi a bundinha arrebitada e os peitinhos duros. Ela fez uma carinha de sacana e eu entrei, já me encostando nela por trás, sentindo o meu pau subir em contato com o reguinho. Ela retribuiu se esfregando contra mim e me pedindo para ficar nu como ela. Essa amiga da minha irmã é demais. Sempre que ela vem aqui, a gente dá um jeito de se encontrar no meio da noite para uma trepadinha.

 

Flavinha debruçou na pia, afastou as pernas. Eu comecei a passar meu pau entre suas pernas, sentindo nele o calor da bucetinha já úmida. Com uma mão, ela massageou a cabeça, até meu líquido lubrificante começar a fluir e molhar tudo. Continuei num vaivém gostoso, enquanto ela fazia o mesmo com o corpo, gemendo baixinho e pedindo “Mete em mim... Me come!”. Massageei os peitinhos, forcei meu pau para cima para esfregar bem os lábios e estimular o grelinho. Flavia virou para trás e disse que já estava ficando de perna bamba de tanto tesão. Meti a língua na sua boca e apertei os biquinhos dos peitos até ela dar um gritinho.

 

Flávia tinha se afastado bem da pia ficar mais colada em mim e se esfregar no meu pau. Olhando a bundinha por cima, resolvi abri-la e vi a borda do cuzinho entre os dois gomos redondos e morenos. Pouco abaixo, vi meu pau deslizando entre as beirinhas dos lábios da xaninha molhada. Minha rola parecia um taco de sinuca. Saí um pouco e voltei grudado no rego da Flavinha, enquanto ela começava a se masturbar. Eu via a cabeça vermelha e inchada do meu pau entre a minha barriga e a bunda linda. Gemendo, Flavinha repetia: "Chega disso... Me come, vai... Vou desmaiar de tesão!"

 

Me afastei um pouco, e encostei a cabeça do pau na entradinha. Flávia mostrou apreensão - ela tem abertura vaginal pequena. Forcei a entradinha e comecei a sentir a penetração, enquanto ela ajudava empinando bem a bundinha para trás. De repente, minha glande mergulhou para dentro e a bucetinha se fechou sobre a verga dura e lisa. Encaixadinha em mim, Flávia me olhou bem nos olhos por cima do ombro, enquanto eu começava o vai e vem sem largar sua cinturinha fina e bem feita.

 

A certa altura, me dei conta de que Flávia continuava se masturbando. Seus dedos esbarravam no meu pau enquanto esfregavam o grelo. Resolvi explorar o cuzinho, massageando-lo lentamente com o polegar. Quando o senti bem relaxado, fui enterrando o dedo. Flávia adora essa mini-DP e fica louca de tesão nos dois buracos. Eu a fodi durante uns dez minutos assim, com o dedo no cuzinho enquanto socava na bucetinha. De repente ela começou a gozar e me pediu para não parar. A buceta dela ferveu, se alagou, o atrito acabou e o meu pau começou a deslizar frouxo para dentro e para fora. As pernas da Flávia viraram espaguete, despencou sobre a pia e eu tive que segurá-la forte pela cintura. Gozando desesperadamente, ele implorou para que eu parasse de socar. Me senti metendo em gelatina.

 

Tudo estava tão molhado, inclusive a área do cu que tive a idéia de trocar o dedo pelo pau. Primeiro, troquei o polegar por dois dedos, para aumentar a abertura; depois, tirando o pau da bucetinha, fui tirando os dedos do cu e, assim que ele saiu, encostei a cabeçona no buraquinho já relaxado. Forcei, Flávia deu uma empinada para trás, um gemido seco, mas não me impediu de continuar até o saco. Eu sabia que ela não rejeita uma penetração anal e que isso a descansaria, dispensando-a de ficar na ponta dos pés. Comecei a socar ritmadamente o meu pau no cuzinho gostoso, vendo as mãos dela se crisparem por cima da pia. O cu da Flavinha não é fechado como um cu virgem, mas ela sabe o que fazer pra devolver a ele toda a pressão de um cuzinho de novata. Logo comecei a ficar doido de tesão.

 

Socando gostoso, voltei aos peitinhos, torcendo os bicos durinhos, fazendo Flávia se contorcer. Ela era puro tesão e isso foi passando para mim, até que fui sentindo o orgasmo chegar. Flávia percebeu e disse que estava sentindo meu pau mais duro e começando a pulsar muito. Quando o tesão chegou ao máximo, comecei a gozar naquele cuzinho quente e profundo. Jorrei lá dentro enquanto Flávia me oferecia tudo, forçando seu corpo delicioso contra o meu. Meu pau deslizou como nunca no cuzinho encharcado. Assim que o retirei, já mole, separei as nádegas da Flávia para ver meu esperma escorrer. Ainda pulsante, o buraquinho expulsava meu leite, que atravessava o períneo e gotejava da bucetinha ainda vermelha, formando uma poça no chão da cozinha. Ficamos nos beijando e trocando amassos até o tesão aquietar de vez. Depois, Flávia foi tomar banho e eu fui fingir que continuava dormindo.

 

Na hora do café, minha irmã olhou para nós dois e, pela enésima vez, seu sorrisinho sacana não deixou dúvida de que a foda noturna entre seu mano e sua melhor amiga não lhe havia passado despercebida.

Par mescontesmeuscontos.erog.fr - Publié dans : Hétero
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