Lundi 10 mai 2010 1 10 /05 /Mai /2010 05:09

Hoje acordei inspirado mas a fim de contar alguma coisa verdadeira e que não tivesse nada a ver comigo como, por exemplo, alguma coisa contada por um amigo. Estava difícil lembrar mas acabei encontrando uma história incrível que o Marcelo me contou faz um tempinho. Lá vai – espero que vocês gostem... e gozem. Para ficar mais interessante, vou contar em “primeira pessoa”, isto é, como se fosse o próprio Marcelo que estivesse falando.

 

No fim de semana me aconteceu um lance muito doido. Sábado eu acordei com o pau duraço, louco para meter. Eu já tinha sonhado com mulher nua e trepadas a noite inteira, já tinha batido uma na cueca e ainda acordei teso, pronto para mais uma. Mas não estava a fim de desperdiçar, queria encontrar um jeito de me aliviar numa bucetinha. Durante a semana era mais fácil porque só precisava dar uma cantada na Flávia ou na Renata, duas garotas da minha escola que estão sempre a fim de dar para mim. Mas no fim de semana só rola sexo se tiver alguma festa e não tinha nadinha. Pensei, pensei, pensei e, de repente, achei uma possibilidade: a empregada do César, meu colega que mora no 12o  andar. Mas eram 8 da matina, cedo demais, fora que a Marilene não devia ter chegado. Meu pau estava estourando a cueca, eu tinha que botar ele para fora e ficar mexendo para não ficar muito doido. Quando deu oito e meia, fiz um ovomaltine e disparei para o 12o. Toquei e foi o César que veio atender, com cara de sono: “Porra cara, tá fazendo o que aqui a essa hora?!” Expliquei para ele o meu estado e ele me deixou entrar para esperar a Marilene. Mas ia ser foda porque tinha que esperar a galera ir para a praia. Tudo bem, fazer o que, eu tinha que esperar.

Deu nove horas e a Marilene chegou. Ela deve ter uns 19 anos, é uma mulatinha clara de cabelo louro, miúda, que fica muito gostosinha dentro do uniforme de quadradinho rosa. Sempre penso nela pelada porque a bundinha empinada parece bem gostosa e os peitinhos pequenos devem ser uma delícia de mamar. O César já tinha comido e disse que foi uma foda maravilhosa, que ela geme e mexe que nem gente grande. Ela entrou, falou com a gente e foi para o quartinho trocar de roupa. Eu tomei café com o César, os pais dele e a irmãzinha. Depois do café eles foram se arrumar para ir à praia (eles vão sempre cedo porque a Clarinha só pode ficar até umas 11h e parece que o pai tinha umas coisas para fazer à tarde). César falou que ia mais tarde comigo e, quando a família saiu, eu soltei um “yess!”: o ap era nosso. 

A gente foi direto para a cozinha, claro. Marilene estava acabando de arrumar a louça nos armários e ia fazer as camas. Ficamos rondando, zoando com ela e dizendo que ia ajudar a fazer as camas. Ela riu, fingiu que ia bater na gente e foi indo para o quarto da Clarinha. A gente ajudou de verdade a fazer as camas, foi muito comédia! O segundo quarto foi o do César e, quando ela entrou, ele fechou a porta e disse: “Agora eu vou te mostrar uma coisa!” Ela perguntou o que com cara de deboche e ele só fez um gesto: baixou o zíper da bermuda que já estava desabotoada. Ela olhou bem e disse, rindo: “Não tô vendo nada de homem aí, Cesinha!” Dando um sorriso bem sacana ele abriu a bermuda e baixou a cueca vermelha até o saco. O pau dele pulou para fora e ficou balançando, entre o mole e o duro. César tem dezesseis anos mas é alto, tem mais de 1,75. O pau dele deve ter uns 15cm, grossura normal também. A Marilene tinha dado para ele e conhece o César desde novinho, porque trabalha na casa deles desde uns quinze anos. Mas ele tem prepúcio (aquela pele que cobre a cabeça), então ela zoa sempre com ele dizendo que é piru de criança e sábado não foi exceção. Eu aproveitei a deixa para dizer que eu não tinha a pele. Ela olhou para mim e disse que duvidava. Não hesitei: também abri a bermuda e mostrei meu pau, que não amolecia nem por decreto. Ele ficou apontando para o teto, a cabeça vermelha brilhando, meio melada de líquido transparente. Marilene olhou um pouco e, virando para o César, disse: “Tá vendo, Cesinha, isso é que é pau de homem!” César me olhou fingindo desdém e comentou que quem tinha fodido com ela era ele. Ela concordou mas disse que tinha dado um “banho de buceta” nele. Louco de tesão e ligado à menor oportunidade, aproveitei de novo e propus, na lata: “Se você quiser eu posso te dar uma surra de pau, Marilene”. Ela ficou olhando para nós e eu notei pelo olhar e pela boca que ela estava doidinha para dar. César se jogou na cama arrancando a bermuda e eu, já sem chinelo, atravessei a cama andando e fui ficar de frente para Marilene. Ela não esperou: pegou meu pau com a mão direita e me perguntou: “Isso tá limpo, Marcelo?” Respondi que estava prontinho para ela e só vi a Marilene colando em mim e engolindo meu pau. Tive que avisar para ela ir com calma se não quisesse levar um esguicho de porra na boca. Ela riu e continuou mais devagar. Pedi a ela para tirar a roupa e ela foi se livrando do uniforminho enquanto chupava. Ficou só de sutiã e uma calcinha branca toda enfiada no rego da bundinha miúda e gostosa. César logo passou para trás dela e foi desabotoando o sutiã, que caiu no chão, enquanto sarrava os gomos perfeitos da bundinha arrebitada. Marilene gemia enquanto me chupava e eu sentia meu pau dolorido de tão duro. Ela empunhava meu pau para olhá-lo e passava a língua de alto a baixo por ele, enquanto, com a outra mão, acariciava meu saco, apertando de leve para massagear as bolas. Quando ela tirava meu pau todo da boca e o levantava para passar a língua por baixo da cabeça, olhava para mim diretamente nos olhos, mostrando a putinha que ela era. Para me distrair e não gozar eu perguntei umas coisas a ela, tipo se ela gostava muito de pau, se dava muito, se gostava de tomar no cuzinho de vez em quando, se já tinha sentido um pau muito grosso entrar nela. As respostas eram todas “sim”, o que me deixava mais alucinado ainda: ela só tinha três anos a mais que nós! Enquanto isso, o César passava o pau pelo rego da bunda dela e se preparava para meter mas ela não deixou, dando um empurrão nele para trás e dizendo que eu é que ia começar. Adorei isso e pulei da cama passando para trás dela enquanto César tomava meu lugar. Comecei logo a sarrar a bundinha deliciosa, colocando meu pau para cima e apertando-o contra o rego lindo, que tinha a marquinha de um biquini que devia deixar os dois gomos todinhos de fora. Depois forcei meu pau para baixo e fiquei roçando entre os dois lábios da xaninha, agarrando a Marilene pela cintura e fazendo vai e vem como se a foda tivesse começado. Na minha frente eu só via o César se contorcendo para não gozar e a cabeça da Marilene subindo e descendo. O barulho de alguém chupando dá muito tesão e fui ficando louco para meter. Me preparei, afastando um pouco a cintura e colocando uma camisinha. Marilene parou de chupar e virou a cabeça para o lado tentando me olhar, abriu bem as pernas e segurou firme na cintura do César. Me abaixei para ver o buraco da xaninha, enchi a cabeça do pau de saliva grossa, encostei na portinha e forcei. Marilene deu um pulinho, um grunhido, mas meu pau logo deslizou facil e completamente para dentro. Assim que meus pentelhos encostaram na bundinha comecei a mexer e Marilene voltou a chupar César. Enquanto eu metia perguntei se ela estava gostando do meu cacete e se queria que eu gozasse muito. Ela só fazia “Humhum!”. Eu podia ver que ela não só estava chupando o pau do César como estava lambendo suas coxas, a barriga e o peito. Dava para sentir que ela estava com muito tesão, como um animal no cio. Ela queria tudo, queria os dois, queria gozar como uma puta.

A certa altura, falei para César deitar atravessado na cama com as pernas para fora. Ele fez isso e, sempre metendo, fui empurrando a Marilene, até que ela entrou na cama de joelhos e ficou por cima do César, que já estava segurando o pau em riste. Quando tirei meu pau da bucetinha encharcada, só precisei dar um empurrãozinho na Marilene, pela cintura, para ela ir se encaixar no pau do César. Fiquei descansando e olhando para ela de costas, de quatro por cima do meu amigo, fazendo o pau dele entrar e sair de sua bucetinha mole, mexendo a bundinha, ficando sentada sobre as pernas dele e, cheia de tesão, erguendo os braços para mexer no cabelo frisadinho. Sempre gostei de ver trepada assim, por trás. Acho excitante ver o pau duro, grosso, na vertical, entrando na buceta por baixo da bundinha. César aproveitava para acariciar e apertar aqueles dois gomos macios mas firmes, enquanto Marilene beijava e mordiscava os biquinhos dos seus peitos. Me enchia de tesão ver só o saco do César e a bundinha aberta sobre ele, sinal de que o pau estava todo enfiado na buceta da menina e que ela devia estar sentindo aquilo tudo dentro dela. A gente não consegue imaginar essas sensações que mulher sente mas é certo que deve ser bom também, senão elas não gostariam tanto de trepar. Percebi que, quando marilene estava completamente sentada em César, passava de vez em quando a mão por trás do corpo e acariciava o saco dele. Curioso (ele jamais saberá disso), aproveitei uma dessas vezes e, assim que ela tirou a mão, coloquei a minha. Deu certo, ele não percebeu. O saco dele estava bem inchado e duro, pude sentir a pele grossa e enrugada. Comecei a alternar entre o saco do César e o rego da Marilene, até sentir que o meu dedo passava pelo cuzinho dela. Isso produzia nela uma reação imediata: se empinava toda e sentava completamente no pau de César. Eu estava de joelhos no chão, do lado esquerdo deles. Botei minha mão as costas da Marilene e fui gentilmente massageando a região do cuzinho com o líquido que eu recolhia entre o pau do César, que entrava e saía como um bate-estaca, e a bucetinha. Aos poucos o buraquinho foi cedendo e meu dedo escorregou para dentro do cuzinho apertado e quente. Marilene gemeu e jogou a cabeça para cima. César perguntou o que estava acontecendo e eu pedi a ela para contar: “O Marcelo tá enfiando o dedo no meu cuzinho... ahn!... tá gostooooso!”, fez ela. Isso aumentou o tesão de César, que acelerou sua ferramenta. Marilene começou a gemer mais alto até começar a gritar “Mete! Mete nessa bucetinha, vai! Atola o dedo todo no meu cuzinho!” Vendo que ela estava adorando isso, resolvi explorar a situação. Entrando na cama de pernas abertas por cima das pernas do César, empurrei com carinho a Marilene para frente e, sempre com um dedo no cuzinho dela, cheguei bem perto e encostei meu pau. Depois foi só tirar o dedo, deixar a cabeça encostada no cuzinho já meio frouxo e ir empurrando bem devagar. Marilene praticamente deitou por cima do César, arrebitou a bundinha ao máximo e me deixou entrar. Forcei, forcei, ela gemeu alto, cuspi no rego da bundinha e deixei a saliva escorrer até o meu pau. Fiquei fazendo isso continuamente até que, de repente, comecei a ver meu pau deslizar lentamente para dentro. Marilene voltou para trás e me deixou entrar. Quando ela sentiu que meu pau tinha entrado todo, sentou com todo o peso no pau do César e começamos a dupla penetração. Desse momento em diante ela ficou alucinada, gritando “Puta que o pariu, enfia tudo nessa buceta! Arromba esse cu, arromba! Quero ver vocês gozar gostoso dentro de mim!” Ela gemia e, com os braços apoiados na cama, fazia força para trás para empalar-se mais e mais em nós dois. César estava a ponto de bala, quase para gozar, mas eu dizia a ele para aguentar mais um pouco, então ele parava de mexer. Mas isso deixava Marilene insatisfeita e ela voltava a gritar: “Mete na minha bucetinha, garoto, não pára não, por favor!” E ele voltava a mexer um pouco mas logo parava. Eu aguentei firme durante bastante tempo, me distraíndo com os mamilos da Marilene para não gozar. Quando eu apertava ou torcia demais ela protestava: “Assim dói, caralho! Mas não para não que tá gostoso! Aperta mais o meu peito, machuca ele, cacete! E enfia esse pau grosso em mim, no meu cu, no meu cuzinho! Arromba ele, porra!” Durante toda a DP Marilene ficou gritando, gemendo e falando coisas sacanas até que entrou subitamente em gozo desesperado. Ela logo gritou: “Não pára que eu estou gozando!” Nós coordenamos nossos movimentos para que ela subisse e descesse com mais facilidade. Ela agarrou os seios, subiu até os cabelos, jogou a cabeça para trás e gemeu profundamente. Depois pude sentir sua mão apalpando meu pau que invadia seu cu. Ela se acariciava toda, as coxas, os peitos, o pescoço, os cabelos, os braços. Sua cabeça ia de um lado para o outro e suas pernas faziam força para cima, parecendo que ela queria sair de nossos paus. Nós a puxávamos para baixo, César pelas coxas e eu pela cintura. Quando a encaixamos de novo ela seu um salto e começou a subir e descer, nos fazendo penetrá-la com toda força e enterrando-se selvagemente em nossas picas. Cheguei a sentir dor. De repente, o César avisou que não aguentava mais e começou a gozar furiosamente. Eu só sentia as estocadas dele aumentarem. Ele me agarrou pelas coxas e começou a desferir golpes de cintura fortíssimos, que faziam a Marilene gemer mais ainda e dar pulos em cima dele. Eu estava agarrado à cintura dela e completamente enfiado em seu cu. A certa altura, ela começou a parar de gozar e entregou-se ao meu aperto, deixando-se envolver e descansando a cabeça no ombro direito. César também foi se acalmando, até que seu pau escapou da buceta molhada e, deslizando pelo rego da bunda, deu uma estocadinha no meu saco, por trás. Mais uma vez, aproveitei quando Marilene passou a mão por trás e, depois que ela lhe deu um aperto, pude manipular bem o pau do meu amigo e sentir, sem que ele percebesse que era eu, a grossura e o comprimento de um pau que era diferente do meu próprio. Eu sempre tive essa curiosidade e, como não tenho coragem de pedir, foi uma sorte ter rolado assim. Não sinto vontade de fazer nada com amigos, minha curiosidade pára por aí. Pude sentir a camisinha de César cheia de porra e o pau amolecendo para despencar entre as coxas dele. Eu queria gozar na boca de Marilene. Tirei meu pau de seu cu e fui me lavar rapidamente. Quando voltei, os dois estavam alongados na cama. Subi em Marilene e fiquei de joelhos, com o pau logo acima de sua boca. Ela abriu os olhos, ajeitou o travesseiro para ficar bem alto, e pegou nele. Agarrando na cabeceira da cama, fiquei de um jeito que o meu pau apontasse para baixo e deixei que ele invadisse sua boca. Interpretando bem a minha intenção, ela apertou bem os lábios e me deixou fazer os movimentos. Fodi com aquela boquinha por uns três minutos, até que senti o orgasmo vindo e deixei minha porra quente esguichar no rosto e nos lábios da Marilene, Ela me oferecia o rosto, virando lentamente a cabeça. Esguichei longe, atingindo a testa e as pálpebras. Tentei recolher um pouco de porra e empurrá-la com a cabeça do pau para sua boca, mas isso ela recusou. O máximo que consegui foi passar a cabeça melada pelos seus lábios entreabertos e forçar a entrada bloqueada pelos dentes branquinhos e perfeitos. Fazando um biquinho, ela chegou a abrir a boca e bloquear meu pau com a língua, mas logo expulsava dela o meu leite que, juntamente com saliva, escorria pela bochecha e tinha que ser recolhido com a mão para evitar de sujar o lençol. César, ao nosso lado, deitado de costas, assistia a tudo dizendo sacanagens para Marilene: “Deixa ele gozar na tua boca, vai! Engole um pouco para a gente ver, Marilene, só um pouquinho, por favor!” Mas a única coisa que ela consentiu fazer foi, já ao final do meu orgasmo, engolir o meu pau, molhado e ainda inchado mas já amolecendo. Ela fez um verdadeiro “deep trhoat”, deixando-o invadir sua boquinha até ficar com meus pentelhos no nariz e meu saco no queixo. Ficamos algum tempo assim, ela respirando forte pelo nariz, até que meu pau começou a encolher e acabou escapando por entre seus lábios carnudos. Antes de terminar tive que dar um beijo naquela boquinha linda que tinha me dado tanto prazer. César também beijou Marilene na boca; pude vê-la enfiando-lhe a língua e deixando-o invadir sua boca com a dele. Ficamos nessa brincadeira de beijar por mais uns quinze minutos, até que César olhou para o relógio e se assustou ao constatar que a família devia estar para voltar da praia. Nos vestimos, Marilene arrumou rapidamente os quartos e foi para a cozinha pensar no almoço. Eu me despedi dela e do César e fui para casa pensar naquela trepada que tinha salvo o meu sábado. No fim do dia, o Cláudio telefona me convidando para uma festinha. Eu fui e, se não estivesse tão satisfeito da trepada com a Marilene, teria rolado mais sexo com a Nininha, uma menina da galera da minha irmã que me dá o maior mole. 

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