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Verdades & Delírios
contos erótico-pornográficos
São cinco e meia do domingo, dia 15 de fevereiro de 2010. Uma coisa muito doida acabou de me acontecer e estou precisando escrever e publicar para que saibam que, em matéria de sexo, tudo pode acontecer.
Hoje, acordei sabendo que passaria o dia sozinho e resolvi ir passear no Rio Sul e aproveitar para comprar sapatos. Entrei numa sapataria cheia de clientes e com umas oito vendedoras, todas bonitinhas, como se o patrão tivesse escolhido a dedod uma por uma. Naturalmente, fiquei olhando mais para elas do que para os sapatos e, de repente, notei que uma delas tinha uma bundinha empinada e redonda. Ela estava usando uma leg preta justinha e não se via marca nenhuma de calcinha. Logo adivinhei que ela devia estar usando uma fio-dental toda atoladinha no rego daquele bumbum sensual. Meu pau logo deu sinal de vida, pulsando na calça. Eu não conseguia tirar o olho da menina e estava decidido a tentar alguma coisa.
Ela andava para lá e para cá, atendendo as pessoas, levando sapatos ao caixa, indo ao estoque e ajudando clientes a experimentar. Cada vez que ela andava, as dobrinhas da bunda com as coxas se alternavam, me deixando cada vez mais alucinado de vontade de tocar naquele corpo gostoso. Eu queria que ela me notasse, mas o movimento era tanto que ela nem percebia que eu estava olhando. De repente, quando resolvi relaxar o assédio e olhar um pouco para os sapatos, ouvi uma voz pertinho de mim: “Se precisar de alguma coisa, meu nome é Kátia, tá?” Enquanto ela falava, meu olhar se dirigiu instintivamente para o meio das pernas e percebi a leg preta justinha. Era ela! Procurei imediatamente o rosto, meio sem jeito, agradecendo muito e olhando bem nos olhos, mas saquei que ela havia notado que olhei para o seu corpo. Ela saiu e eu continuei fingindo que estava olhando sapatos, mas o encontro me deixou muito mais excitado que antes. Eu precisava descobrir se ela também tinha se interessado.
A sapataria é enorme (não quero dizer o nome), mas dei um jeito de não perder a Kátia de vista, até perceber que ela me notou. Assim que tive certeza, comecei a me “esconder” para ver se ela me procurava e logo descobri que sim. Embora ela fosse bonitinha e interessante, eu só pensava naquela bunda empinada e numa trepada. Eu estava me sentindo como um cavalo no cio. Comecei a procurar o rosto dela, os olhos, em busca de algum sinal. No início, ela me evitou, talvez hesitando um pouco, mas logo parou de resistir e começou a me fazer sinais discretos com a cabeça e com os olhos, para que eu esperasse. Eu respondia ansioso, dando a entender claramente que eu queria ficar sozinho com ela. Minutos depois, ela me fez sinal para segui-la ao estoque. Meu coração quase saiu pela boca.
O estoque ficava em cima da loja. Assim que a porta se fechou atrás de mim, vi que outra vendedora vinha descendo e me apavorei, mas logo ouvi a voz da Kátia: “Mary, por favor, tá legal?” e a da outra: “Já te sacaneei alguma vez?” Logo entendi que coisas como a que estavam acontecendo comigo pela primeira vez na vida, e que me pareciam milagre, deviam ser bem comuns para aquelas vendedoras. A tal Mary passou por mim com um sorriso de “vai-lá-sortudo” e quando cheguei no estoque, vi a Kátia no fundo, segurando a porta do banheiro aberta e me chamando com o dedo.
Assim que nós nos trancamos, nos agarramos num beijo selvagem, molhado, cheio de excitação, enquanto nossas mãos procuravam o sexo um do outro. Ela logo sentiu meu pau duro e o empunhou por fora da calça mesmo. Eu pressionei a leg preta sentindo o macio dos lábios através do tecido fino e fazendo a Kátia estremecer. Tinha que ser rápido. Ela se virou para a pia, baixou a leg e eu pude ver a bundinha branca, pequena mas perfeita, empinadinha, com o fio da “string” entre os dois gomos lindos e rechonchudos. Abri a calça e grudei nela ainda de cueca, me esfregando muito e sentindo meu pau molhado deslizar no tecido. Eu teria ficado horas fazendo isso, mas não tínhamos tempo e logo senti uma mão me empurrar e vi a fio-dental descer até o meio das pernas. Baixei a cueca e vi meu pau duro como uma estaca saltar dela apontado para o teto. Kátia se virou rápido, agachou, pegou nele com força, baixou um pouco, abocanhou a cabeça e deu umas chupadas intensas, o suficiente para me levar ao máximo da excitação. Depois, pegou o pacotinho que eu estendi, abriu, pôs a camisinha no meu pau com toda a facilidade e destreza, tornou a virar-se de costas, apoiou-se na pia e arrebitou o bumbum lindo, pedindo: “Agora me fode”, vai.”, sorrindo e se preparando para o prazer maior. Pincelei a buceta depilada com meu pau e um mínimo de pressão bastou para que a cabeça dele mergulhasse para dentro da bucetinha apertada mas encharcada e acostumada ao sexo rápido. Kátia jogou a cabeça para trás, deu um gemido e começou a esfregar o clitóris com os dedos, comandando: “Soca forte, vai!” e contribuindo com movimentos de cintura que a faziam meu pau entrar até o talo. Infelizmente, tudo tinha que ser rápido, senão a ausência dela ia dar na vista e a gerente ia subir ao estoque pensando que ela estivesse embromando. Agarrei Kátia pelas ancas com as duas mãos e soquei o mais rápido e forte possível, até ouvi-la começar a gemer forte e sussurrar “Vai, gostoso! Assim! Mete! Soca esse pau em mim com toda força! Quero gozar é muito! Assim! Assim! Vai!” e entrar num orgasmo intensíssimo que a obrigou a se segurar na pia para não cair. Meu próprio orgasmo não tardou a vir e eu perguntei se podia gozar dentro. É calro que a resposta foi ‘não’, mas Kátia saiu de mim e rapidamente tornou a se agachar na minha frente, arrancando-me a camisinha para receber meu leite em cheio no rostinho, que eu pude olhar melhor de perto pela primeira vez. Apertando meu pau com torda força, soltei uns seis jatos fortes, me segurando para não urrar, enquanto Kátia impedia o esperma de pingar na roupa e no chão, recolhendo-o todo com a mão e já se levantando para se lavar. Tive vontade de voltar para dentro da buceta quente dela, mas fui impedido com um “Tá louco, cara?!” Kátia me pareceu completamene lúcida, consciente de cada passo, o que comprovava a sua experiência em rapidinhas em horário de trabalho. Como ela monopolizou a pia, me limpei o melhor que pude com papel higiênico, fechei a roupa e fiquei esperando instruções sobre como sair dali. Instantes depois, ela abriu a porta e, me puxando pela mão sem dar a menor atenção a duas vendedoras que estavam no estoque, me fez descer desabalado a escada, se despediu com um estalinho, abriu a porta e desapareceu para sempre.
Saí daquela sapataria tão zonzo que, se tivessem enfiado a mão no meu bolso da frente e me tirado a carteira, eu não teria sentido. Devo ter ficado no máximo dez minutos naquele estoque de sapataria com aquela menina de corpo deslumbrante que nem cogitou de me perguntar se nos veríamos novamente. Ela queria uma rapdinha e encontrou um cara que também queria, nada mais. Estou aqui em casa, ainda cheio de imagens desses momentos loucos e dizendo a mim mesmo que, se um outro me contasse, eu não acreditaria!
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