Dimanche 20 mai 2012 7 20 /05 /Mai /2012 23:02

Sábado de manhã. Tatiana vai ligar a qualquer momento e Walter, embora entusiasmado com a nova conquista e satisfeito pelo fim de semana que se anuncia, sente-se ligeiramente ansioso. Torcendo para que ela venha em jejum, ele confere mais uma vez as compras que fez na véspera para um saboroso café da manhã, quando o telefone toca.

- Cheguei!

- Você já está aqui na rua?

- Estou na calçada em frente a um clube ou coisa assim.

- Ótimo. Dá uma olhada em volta até achar uma banca de jornais.

- Já vi!

- A portaria fica em frente. Chama o 1601 pelo interfone.

- OK. Estou chegando!

 

Walter sai para esperar no corredor. É sábado, não há movimento no prédio e o elevador é rápido. Quando a porta deslizante se abre, Tatiana surge deslumbrante, o cabelo louro solto sobre uma blusa verde vaporosa e generosamente aberta. Uma saia cor de areia, muito curta, e as sandálias de couro só fazem realçar as pernas bronzeadas.

- Você está linda!

- Obrigada! Tudo bem?

- Tudo ótimo.

 

Eles se beijam, sentindo o corpo um do outro e a avidez do encontro íntimo próximo. As línguas se esfregam, as salivas se misturam, o desejo mútuo incontestável para ambos. Mas não há pressa; eles têm dois dias inteiros pela frente.

- Hum! Que perfume gostoso! diz Walter, com o nariz colado no pescoço de Tatiana. Mas vamos entrar. Finalmente você vai conhecer o meu esconderijo!

- Uma gracinha de apartamento! Você mora aqui há muito tempo?

- Há uns 3 anos; foi herança de um tio. Ele deixou um para a minha irmã também, um pouco mais acima, na Laranjeiras mesmo.

- Ele foi superlegal com vocês!

- Era o irmão preferido da minha mãe. Morreu de tuberculose, acredita? Em pleno século XXI, no Rio de Janeiro!

- Caramba! Inacreditável mesmo.

- Quando eu conto, ninguém acredita. Mas não vamos falar de coisas tristes. O dia está lindo, você está super-sexy e temos dois dias para ficar juntos.

- É verdade. Mas o que você mais vai mais está na mochila.

- O que eu mais vou gostar... Já sei: os bikinis!

- Hum-hum! Mas a gente vai à praia direto? É que eu preciso pelo menos de um café porque acordei em cima da hora, tomei banho e saí correndo.

- Eu previ um café da manhã gostoso para nós. A praia nao vai fugir, podemos ir lá para as dez e meia, o que você acha?

- Ótima idéia!

- O apê é isso que você está vendo: esta sala e, ali, no corredor, o quarto e um banheiro.

- E aquela porta, no fundo do corredor?

- É igual às outras portas, mas é um closet. E a cozinha, que você está vendo, tem uma surpresa.

- Ah é? Quero ver!

- Então entra e abre aquela outra porta, ao lado da geladeira.

 

A porta da cozinha fica ao lado da porta de entrada e, por sua vez, dá acesso a uma pequena área onde se vêem uma mesinha e três cadeiras. Mas o que desperta a atenção de Tatiana é a vista excepcional para o morro do Corcovado com o Cristo Redentor.

- Uau! Quem me dera ter uma vista assim!

- É o meu canto favorito; vamos tomar café aqui.

- Oba! Estou adorando.

 

Tatiana se aproxima de Walter e lhe dá um beijo apaixonado, encostando-se completamente em seu corpo enquanto aprofunda a língua em sua boca. Ele a abraça e a acaricia por fora da saia leve, sentindo o arredondado das formas e a firmeza da carne. Tatiana suspira de desejo, totalmente disponível e já sentindo a umidade invadir-lhe o sexo. Mas Walter tem todo um programa em mente.

- Tati, se a gente começar agora, nem café da manhã vai tomar. Você me deixa maluco e eu me conheço, mas vamos fazer o que combinamos; tempo é o que não falta. O que você acha?

- Acabei de chegar e já estou toda acesa, não é? Vamos parar com isso, tomar o café delicioso que você preparou e ir para a praia; estou doida para ir à praia!

 

Walter tem croissants, crepes, morangos, queijos, geléias, mel, que eles degustam tomando um bom café preto e conversando sobre tudo exceto trabalho. A paisagem deslumbrante só contribui para aumentar o clima sensual entre eles, que se entreolham cheios de desejo, trocando carinhos com os pés sob a mesa.

- Posso perguntar uma coisa que me deixa curioso?

- Claro!

- Aquela sua am...

 

A campainha do celular de Tatiana interrompe a frase.

- Alô!

- (...)

- Débora!

- Que coincidência! exclama Walter, levantando-se para deixar Tatiana à vontade.

 

As amigas conversam por uns momentos, até que Tatiana se dirige a Walter.

- A Débora quer saber para que praia a gente vai e em que ponto. Ela e o namorado queriam encontar com a gente.

- Eu gosto de ir para Ipanema, na altura da Joana Angélica.

- Você se incomoda, se eles forem?

- Nem um pouco!

- OK. Vou dizer a ela. A que horas a gente pode se encontar?

Por volta das onze e meia está bom?

- É, entre onze-meia e meio-dia.

(...)

 

Findo o telefonema, eles terminam o café da manhã e a conversa gira em torno do casal Tomás e Débora.

- Eles são superlegais, Walter. A Débora é mais nova que eu, mas a gente se dá super bem, e o Tomás, além de inteligente, é um doce de menino, todo educado, de ótima família. E – comentário de mulher – ele é lindo!

- Se eles são amigos seus, só podem ser ótimos. Mas, por falar em praia, me fala dos bikinis, Tatiana. Você trouxe mesmo algum “indecente”?

- Touxe, sim. Vou colocar para você ver. Quer ver agora?

- Acho ótima idéia. Vou até aproveitar para colocar a sunga. Você pode usar o quarto enquanto eu me troco no banheiro.

- Tudo bem!

 

Assim que Tatiana se levanta, Walter vai ao banheiro e coloca rapidamente a Speedo azul que ele usa no clube para nadar. Ele nota que ela fica um tanto marcada, mas ele se ajeita da melhor maneira, convencido de que deve continuar protestanto contra o uso dos horríveis "sungões" e encarar o fato com a maior naturalidade.

 

Tatiana, no quarto, encosta a porta e se despe completamente, depois escolhe um bikini branco dentro da mochila. Nua diante do espelho do guarda-roupa, ela se olha de frente, de costas e, satisfeita com seu corpo, veste a calcinha, alinhando o elástico com o limite retilíneo do pequeno triângulo muito bem aparado de pelinhos louros. Em seguida, ela ajusta o sutiã para ocultar o pouco de pele não bronzeada, e se prepara para a sair. Quando ela surge na saída do corredor, Walter mal acredita no que vê. No corpo dourado, duas ínfimas peças brancas cobrem apenas o essencial. A calcinha, perfeitamente ajustada ao corpo, delimita estritamente o triângulo pubiano e o sutiã cobre a metade inferior dos seios a partir dos anéis dos mamilos. Walter está de pé no meio da sala, boquiaberto.

- Uau! Estou sem fala, Tati. Você já usou isso em público?

- Algumas vezes, mas nunca no Rio. Aqui, tem gente que pega muito pesado até quando a gente entra na água. Já passei por vários apertos.

- Você vai me contar tudo isso. Mas agora quero que você dê uma voltinha!

 

Quando Tatiana se vira, Walter a descobre praticamente nua. A única coisa que cobre a carne dourada é um curto triângulo cuja base se inicia abaixo de duas lindas covinhas no final das costas e o vértice oposto mergulha entre dois gomos que a curvatura das costas torna deliciosamente salientes, desaparecendo entre eles.

- Gostou? pergunta ela, já se voltando.

- Estou sem fala! Teu corpo é estonteante, Tatiana. Você não teria mesmo coragem de ir com esse bikini?

- Com você, talvez. Mas a gente teria que fazer tudo juntos, até ir para a água. Você nem quer ver os outros?

- Quero sim! Quero ver todos, e vamos escolher juntos, democraticamente!

 

Tatiana dá um risinho e volta para o quarto, deixando Walter às voltas com um início de ereção. Em seguida, ela volta com outro bikini, e outro, e mais outro, todos bonitos porém mais “comportados” que o primeiro. Ante a insistência, ela aceita o desafio e consente ir à praia com o bikini branco, sob a condição de que Walter não a deixe sozinha por nenhum instante. Ele promete e propõe que saiam. Tatiana enrola uma canga na cintura e eles se encaminham para o carro rumo a Ipanema.

 

Eles chegam antes de Débora e Tomás. Walter encontra seu ponto favorito e Tatiana estende a canga para que os dois se instalem. Assim que ela se deita de bruços, Walter percebe que as duas elevações douradas e firmes que se erguem abruptamente do final da curvatura das costas chamam imediatamente a atenção. Mas ela parece segura ao seu lado. A praia já está cheia, há famílias com crianças, não há o que temer. Eles começam a conversar enquanto observam o calçadão à espera dos amigos.

 

A atmosfera de início de namoro não impede Walter de olhar em volta. Na sua opinião, Ipanema é a praia frequentada pelas pessoas mais bonitas do Rio e os corpos esculturais, tanto de homens quanto de mulheres, se impõem inexoravelmente ao olhar. Ele nota que Tatiana também observa as pessoas. Para sua surpresa, é ela que introduz o assunto sobre os banhistas.

- Eu sei que o meu bikini é minúsculo, mas olha aquelas meninas: estão nuas!

 

Ela aponta para um grupo de quatro jovens que conversam animadamente, de à beira d’água. Duas meninas de costas para ela e Walter estão usando bikinis tão pequenos que elas parecem de fato estar nuas, exibindo corpos tão perfeitos que ningém consegue se impedir de olhar, homens para se inspirar, mulheres para procurar defeitos. Flagrantemente interessadas nos rapazes, vez por outra as meninas lhes dão as costas fingindo olhar indiferentes para o mar, mas conscientes de que eles as olham hipnotizados.

- Elas estão se jogando em cima dos caras! diz Walter, divertido.

- É mesmo! O moreninho está até amuado; deve estar imaginando a menina sem bikini. Está na cara que vair rolar depois da praia!

- A gente não pode dizer nada, não é, Tatiana!

- Verdade! diz ela dando um risinho. Mas elas são tão novas!

- Vai me dizer que você não começou cedo?

- Haha! Não está mais aqui quem falou!

 

Walter cola-se a ela para um beijo fazendo-a sentir contra a coxa a protuberância pulsante formada na sunga.

- Ai se eu pudesse pegar nele! cochicha ela entre um beijo molhado e outro.

- Ele está alucinado pelo teu corpo, Tati.

- Está querendo me deixar molhada antes de cair n’água, é?

- Eu sou capaz de produzir esse efeito?

- Se é!

- Xi! Já vi que vai rolar aqui mesmo! exclama uma voz feminina, acima deles.

 

Tatiana e Walter olham em direção à voz. Débora e Tomás estão parados diante deles, olhando para baixo e meneando maliciosamente a cabeça.

- Tsk, tsk, tsk!

- Débora! exclama Tatiana, já se levantando para cumprimentar a amiga com dois beijinhos.

- Custamos a encontrar os dois pombinhos! Foi o Tomás que desconfiou que o casal quase transando na areia era vocês.

- Para com isso! retruca Tatiana, bem-humorada. Bom, deixa eu apresentar vocês. Esse é o Walter...

- Tudo bem? diz Débora, já oferecendo o rosto para a troca de beijinhos.

- E o Tomás.

- E aí, Tomás?, diz Walter, estendendo-lhe amistosamente a mão.

 

Enquanto os recém-chegados se instalam e Tatiana começa a tagarelar com a amiga, Walter empreende o inevitável reconhecimento. Tomás tem cerca de 1,75m, é muito branco, com uma bela cabeleira castanha, mas pouquíssimos pelos no corpo, com exceção das coxas. Ele aparenta ter menos de vinte anos, tem, de fato, feições delicadas e extremamente regulares, o que faz dele um menino bonito comparado à média brasileira. De relance,  Walter tenta avaliar seus atributos mais íntimos, mas, como era de se esperar, o desgracioso sungão permite uma apreciação melhor das costas do que da frente. Tomás tem uma bela curvatura dorsal, que ele não tem pudor de disfarçar, deixando adivinhar uma bunda curta, mas carnuda e pesada. Quanto à Débora, é a carioquinha típica, moreninha queimada de sol e corpo talhado pelo vôlei de praia. Walter a surpreende ajustando negligentemente o biquini para cobrir as marquinhas a fim de não estragar o trabalho de semanas de sol. Débora é tão empinada que a calcinha ínfima fica num plano mais fundo que o das coxas, que sobressaem em primeiro plano, perfeitas, sem o menor vestígio de estrias ou celulite. Enquanto ela refazo o rabo-de-cavalo, Walter aprecia os seios redondos, de tamanho ideal, que se projetam marcando o tecido fino com duas provocantes saliências centrais. Vendo as duas amigas lado a lado, Walter não pode evitar as idéias carregadas de erotismo que lhe invadem a mente e resolve convidar Tatiana a ir dar um mergulho.

 

- Vamos para a água, Tati? Parece que está uma delícia.

- Podemos ir na frente? pede Tatiana aos amigos.

- Demorem à vontade. Queremos dar uma boa bronzeada primeiro.

 

Assim que a água ultrapassa-lhe a cintura, Tatiana submerge tapando o nariz e volta com o cabelo colado ao corpo.

- Brrrr! Gelada... mas gostosa.

- Ao contrário de você, que é sempre quente! brinca Walter, aproximando-se.

 

Walter cola-se a ela já agarrando os dois gomos da bunda que o faz fantasiar a semanas. Tatiana estremece; é a primeira vez que ele a toca desse jeito. Ela sente a resposta do seu sexo e vai à procura do dele, acariciando-o por fora da sunga. Está duro, atravessando-a diagonalmente até quase o elástico.

- Ele está agitado!

- Ele fica assim quando quer carinho, cochicha ele com os lábios colados em sua orelhinha salgada de sal, fazendo-a novamente estremecer.

- É mesmo? Então não tenho escapatória?

- Acho que não!

 

Tatiana passa a mão por dentro da sunga de Walter e empunha o membro que ela já conhece razoavelmente bem. Está duríssimo, palpitante. Walter a puxa para si, separando os dois gomos, fazendo-a sentir a água fria acariciar-lhe o interior do rego.

- Coloca entre as coxas, vai. pede ele.

- Walter! As pessoas não vão perceber? Tem tanta gente na água!

- E daí? Ninguém tem nada a ver com isso. Por favor, Tati!

 

Relutante, Tatiana encaixa o membro duríssimo entre suas coxas, sentindo-o pressionar seu sexo através da calcinha do bikini. Ela abraça Walter, que inicia um vai-vem e cochicha em sua orelha.

- Não consigo parar de pensar em transar com você, Tati.

- Eu também não estou aguentando de tanta vontade. Se a Débora e o Tomás não tivessem vindo, a gente podia voltar para casa agora.

- Eu queria te fazer gozar uma vez na água do mar.

- Seu louco! Está falando sério?

- Estou sim!

 

Walter diz isso já invadindo a calcinha do bikini com os dedos. Tatiana abre um pouco as pernas e deixa-o encontrar seus lábios. Ele então começa a masturbá-la, esfregando seu clitóris e dizendo-lhe coisas, sentindo sua mão apertar-lhe o pau pulsante.

- Quero fazer essa bucetinha linda gozar na minha mão, aqui no mar.

- Quer? Então vamos gozar gostoso uma vez, juntos.

 

O clitóris enrijecido estimula Walter a esfregá-lo mais e mais, forçando Tatiana a controlar-se para não se contorcer e gemer. A excitação é tanta que o orgasmo logo se anuncia.

- Está vindo, Walter... Vou gozar... Ahn....

- Isso, goza gostoso. Depois, vou chupar e comer muito essa bucetinha para te fazer gozar mais um montão de vezes.

- Vou cobrar, hein! Ahn... Você está me deixando doidinha com essa mão.

 

Walter sente a descarga viscosa umedecer-lhe o dedo e inicia um vaivém que a alucina Tatiana a ponto de achar que está sendo notada. Grudada nele, ela morde seu ombro para não gritar, enquanto, empunhando com o toda força o pau duro, masturba-o vigorosamente. O orgasmo vem em seguida e distrai Walter da dor da mordida. Ele ejacula na água gelada.

- Ahhh! Gozei. cochicha ele. Fecundei o mar com a minha semente!

- E desperdiçou a primeira vez! A próxima é todinha minha. Vou querer provar, promete?

- Claro! Quero inundar essa boquinha linda e ficar assistindo enquanto você engole.

- Então vamos para casa, pelo amor de Deus! Vou ter um treco aqui se você não me comer agora, cochicha a menina, como uma felina em pleno cio, ajustando discretamente a calcinha do bikini.

 - Vai pegar mal ir embora agora, Tati. Temos que ficar pelo menos uma hora com eles.

 

Recompostos, eles saem da água e caminham de volta ao ponto de encontro. Assim que avista os amigos, Tatiana percebe que Tomás não está apenas olhando para o seu rosto, mas constata que seu corpo interessa o lindo namorado da amiga, o que a excita ainda mais. Ela sorri rapidamente para ele, mas vai sentar-se ao lado da amiga, que está deitada de bruços. Walter percebe o olhar de Tomás, mas ocupado em tentar descobrir um pouco mais do corpo de Débora, não dá maior atenção ao fato. A verdade é que cada integrante desse quarteto está intimamente torcendo para "algo" aconteça. Débora e Tomás sabem que Tatiana vai passar o fim de semana na casa de Walter, e que ele mora sozinho. Tatiana e Walter, por sua vez, sabem que Débora e Tomás são bastante emancipados para eventualmente toparem um programinha a quatro. Mas é preciso esperar o momento psicológico e os quatro decidem dar tempo ao tempo. A certa altura...

 

- Passa bronzeador nas minhas costas,Tomás? pede Débora, sempre de bruços, já alongando os braços junto ao corpo.

- Ah! Depois passa em mim também, Tomás? pede Tatiana. O Tomás pode, não é, Walter?

- Claro que pode! Se ele gosta de trabalhar de graça... responde Walter, sempre de bom humor.

- Oba! Se isso é trabalho, não vou pedir demissão nunca! responde o rapaz, rindo e já saltando para um espaço entre as duas.

 

Walter assiste à cena. As duas meninas estão deitadas lado a lado, uma olhando para a outra, conversando, enquanto Tomás, no centro, espalha concentrado o creme bronzeador nas costas ora de uma, ora de outra. A cena é de uma inegável intimidade, sinal de que os quatro já se sentem perfeitamente à vontade. Quando ele termina de passar creme nas costas de Tatiana, ela agradece e ele começa naturalmente a espalhar o bonzeador pelas coxas e bunda da namorada, que abre ligeiramente as pernas. Isso excita Tomás, mas sua ereção só é percebida por Walter, que se encontra no mesmo estado. Quando Tomás vai terminando, Walter toma coragem, mas, sem perder o momento exato, lança:

- Tati, você vai deixar o folgado do Tomás passar bronzeador só na metade do teu corpo? Na Débora, ele fez o serviço completo!

- Por que você não passa no resto, Walter? pergunta Tatiana.

- Ah! Porque eu não gosto de melar a  minha mão no bronzeador! responde ele, com ar maroto.

- Ele pode, Débora? pede Tatiana, olhando divertida para a amiga.

- Só se for bem de levinho! Não vai bancar o esperto, hein! responde a outra, olhando para o namorado e fingindo zanga.

- Pode deixar, vou ser profissional, responde o rapaz, todo empolgado e já se virando para o corpo exuberante de Tatiana.

 

A conversa é retomada, Walter finge uma perfeita indiferença, mas sua excitação é tanta ao ver a mão de Tomás percorrendo o as coxas de Tatiana, que ele se vê obrigado a por os braços sobre os joelhos cruzados. Ele nota o pequeno sobressalto de sua namorada quando as mãos fortes de Tomás espalham o creme pelos dois gomos dourados que se elevam do vale das costas. Ele sabe que Tomás percebe cada um desses ínfimos saltitares do corpo da menina e dirige seu olhar para o local em que a reação se manifesta nele. A certa altura, os olhares dos dois se cruzam e Tomás percebe que está sendo obsevado. Ele se detém, faz que vai voltar às costas de Tatiana, mas recebendo de volta a aprovação de Walter, sorri gentilmente e, baixando os olhos com a timidez própria de sua extrema juventude, volta a espalhar o creme pelas coxas, desta vez bem de leve. Walter percebe que, vez por outra, Débora observa de relance o comportamento do seu namorado, mas, não infere nenhuma reprovação, tranquiliza-se e prepra-se para lançar uma ofensiva que ele vem trabalhando há alguns momentos.

 

Quando o casalzinho finalmente decide ir dar um mergulho e se afasta, Walter e Tatiana se olham e começam a falar quase no mesmo instante.

- De repente...

- De repente...

 

Eles riem e, após um estalinho, Tatiana começa.

- Você está pensando na mesma coisa que eu?

- Sei lá. Fala.

- Eu estava pensando... De repente, eles podiam ir lá para a tua casa com a gente, o que você acha?

- Eu ia propor exatamente isso. Mas... você só pensou nisso ou tem mais alguma coisa nessa cabecinha?

- Por quê? Na sua tem? responde ela, com o olhar mais falsamente inocente do mundo.

- Tatiana, acho que a gente pensou exatamente na mesma coisa. Você acha que eles topariam ir mais longe com a gente?

- Olha, eu sei que a Débora já ficou com dois amigos da gente que namoravam. Do Tomás, não sei te dizer grande coisa a não ser que ele já namorou outras meninas que a gente conhece.

- Eu acho que eles estão a fim, e você?

- Eu também acho. A Débora já me deu umas indiretas e eu saquei que eles não têm muito lugar para ficar sozinhos à vontade.

- E você, estaria a fim? Eu confesso que queria ver os dois juntos e de repente algo mais.

- Seu safado! Que “algo mais” é esse?

- Ah, Tati, sei lá... Vai dizer que não sentiu nem um tesãozinho leve quando o Tomás passou bronzeador em você?

- Uau, Walter!  Você curte ver outro com a tua namorada, é?

- Por quê? Você não está preparada para isso?

- Não é isso... É que a gente nem transou ainda.

- Você prefere que a gente volte sozinhos? Por mim, passar dois dias só com você está perfeito!

- Ah, sei lá... Agora estou em dúvida. Me deu uma curiosidade de saber como seria com eles dois.

- Você já fez esse tipo de coisa?

- Ah Walter...

- Pode falar! Foi com esse último ex-namorado?

- Com ele? Nunca! Eu era a coisa dele, ele não desgrudava. Você não vai ficar chateado se eu só disser agora?

- Não, juro.

- Sabe o Luís e a Serena, aquele casal lá do trabalho?

- Claro que sei! Mas eu nunca vejo você conversando com ninguém lá.

- Pois é, foi uma coisa muito doida. Nós três fomos contratados no mesmo dia. Durante as primeiras semanas, éramos unha e carne e saíamos todo fim de semana. Um dia, o Luís combinou encontro na casa dele e de lá nós iríamos jantar e depois dançar. Só que não aconteceu nada disso. Nós começamos a tomar cerveja e a Serena acabou só de calcinha dançando para nós; você já viu o corpaço que ela tem. Nós estávamos bem íntimos e, não demorou muito, o Luís também tirou a roupa e eu fiquei sem jeito de continuar vestida.

- E aí rolou.

- E aí rolou, pois é. Começou com carícias, depois beijos, depois eles começaram a se agarrar no sofá e o Luís me chamou.

- Já imagino a cena.

- Sério? Fala!

- Vocês chuparam o cara.

- Uma de cada lado dele. Mas eu estava muito bêbada! defende-se Tatiana.

- Não precisa se desculpar. Você estava namorando?

- Já estava com o meu ex.

- Ele mereceu! E a Serena, pelo visto, curtia.

- Se curtia!

- Você gostou de chupar em dupla?

- Ah, sei lá!

- Gostou ou teve nojo da saliva dela?

- Não, não rola nojo nessas horas. O tesão era tanto!

- Gostaria que acontecesse de novo? Talvez hoje seja o teu dia de sorte.

- Você toparia?

- Você ainda não me conhece em matéria de sexo, Tatiana. Um dia, você vai saber de tudo. Mas, me diz, você, o Luís e a Serena chegaram a transar?

- E dava para parar? O Luís foi ficando maluco para ter as duas, e a Serena botando gás...

- Sei, você não pôde dizer não, não é, Inocência? E ele deu conta das duas, bêbado?

- Não posso reclamar!

- Garanhão?

- Por aí... Mas você não quer que eu descreva um homem, não é, Walter?

- Ué, por que não? Bem que eu "traçaria" o Tomás!

- Não! Você é bi?

- De carteirinha.

- Você nunca me disse isso.

- Como não disse muita outra coisa. Mas a gente conversa sobre isso depois; lá vem eles voltando da água. Vamos convidar, então?

- Por mim, tudo bem, estou a fim.

- OK, deixa comigo.

 

A praia está no auge da ocupação. Débora e Tomás, gotejantes, tentam não molhar e os corpos escaldantes. Os amigos os recebem já de pé e Walter faz a proposta.

- O que vocês acham de secar em pé e ir lá para casa com a gente para passar o resto do dia juntos? Estou de carro. E se quiserem, podem até dormir lá em casa.

 

Débora, já fazendo que sim com a cabeça e olhando toda animada para a amiga, olha Tomás nos olhos, esperando por sua resposta. Ele demora um pouco para decidir, mas...

- Tudo bem, só que eu vim de bermuda e com essa camiseta velha.

- Se o único problema for esse, tenho pilhas de camisetas em casa, tranquiliza-o Walter.

- Então tudo bem! Assim que a gente secar pode ir, responde ele, animado e recebendo um beijo agradecido da namoradinha.

 

Walter dirige de volta com a mão de Tatiana no alto de sua coxa, roçando na sunga e causando-lhe um arrepio leve e gostoso. Ela não fala muito, preferindo ouvir seu corpo entregue à volúpia do que está por vir. Débora e Tomás, no banco de trás, contam suas aventuras no Rock in Rio II enquanto Débora acaricia por fora da sunga a bola rígida formada pelo volumoso membro do namorado.

 

Chegando em casa, mal a porta se fecha, Tatiana se livra da canga e aponta a cozinha fazendo gesto de beber para a Débora que arrasta Tomás consigo e vai abrindo a geladeira para procurar cervejas enquanto o cobre de beijos. Quando eles voltam com quatro latinhas, Walter e Tatiana, sentados no longo sofá, interrompem um beijo lascivo. A ereção dele é explícita, mas ele parece não dar a mínima. Débora procura olhar para Tatiana enquanto Tomás vai até a janela. É Walter que quebra o gelo.

- Gente, ninguém mais aqui é criança, então não vamos fazer de conta que a gente veio para cá só para beber uma cerveja e papear, ok? A idéia é ficar à vontade e fazer o que quiser. Tatiana me disse que vocês não têm muita liberdade, que têm que se virar para ficar sozinhos de vez em quando. Então aproveitem que estão na minha casa e que a Tati e eu acabamos de nos conhecer, ok? Vamos tomar uma cerveja para desinibir e aproveitar essa chance.

- Eu não preciso nem de cerveja! exclama Tatiana.

- Então dá o exemplo, Tati. Mostra para eles.

- Tatiana puxa Walter até o sofá pelo elástico da sunga, senta-se na beirada, e libera o membro que salta, duríssimo, pulsando em sua direção. Ela descobre a glande encharcada, toca-a com a ponta da língua e envolve-a completamente com a boca.

- Mmm! Que gostoso! Eu já estava com saudade, diz ela, entre uma abocanhada e outra, fazendo sinal para a amiga com o canto dos olhos.

 

Débora aproxima-se de Tomás, que continua perto da janela, ainda um pouco tímido, dividido entre olhar para fora e para o sofá. Carinhosamente, ela passa a mão por dentro do elástico da sunga, acariciando os pelinhos curtos acima do membro discretamente endurecido. Tomas senta-se de pernas abertas no parapeito baixo da janela de guilhotina, Débora se encaixa entre elas e eles começam a se beijar. Os olhos de Tomás cruzam os de Tatiana, entregue ao prazer de chupar o namorado, e isso o faz redobrar de excitação. Ele faz com que Débora se vire e se sente em seu colo. Ela se instala e ele começa a acariciar suas coxas e seios, ainda por fora do bikini. Débora cochicha em sua orelha sentindo a dureza do membro que pulsa contra o seu corpo.

 

Enquanto isso, no sofá, Tatiana chupa gulosamente o pau do namorado e parece fazer isso muito bem, admitindo completamente o membro de bom tamanho em sua boca treinada. Com as mãos, ela lhe afaga as bolas e acaricia as coxas e a bunda. Walter geme e seu segundo orgasmo do dia é desencadeado, agora diretamente na boca de Tatiana, que não recusa e prossegue chupando ruidosamente, encharcando de esperma o pênis que pulsa vivamente.

- Quero te ver engolir, pede ele.

- Ela o olha nos olhos, já permitindo que o esperma escorra um pouco da boca para, em seguida, recolhê-lo com os dedos e sugá-lo, engolindo tudo ruidosamente, diante do olhar estupefato do outro casal que continua excitando-se sem despir a roupa de banho.

 

Walter continua excitadíssimo e seu membro não dá sinal de perda de ereção. Ele se ajoelha no chão, tira a calcinha do bikini de Tatiana, ergue-lhe as pernas escancarando-as e mergulha a língua em seu sexo encharcado. Tatiana reage agarrando-lhe imediatamente a cabeça, revolvendo e puxando seu cabelo, como se pudesse forçá-lo a penetrar inteiro, de cabeça, dentro dela. Ele pincela energicamente o clitóris enquanto mergulha dois dedos na vagina melada e tépida, sentindo Tatiana oferecer-se mais e mais, abrindo completamente as pernas rebatidas sobre o corpo. A cada vez que Walter se afasta, vê diante de si o espetáculo dos pequenos lábios vermelhos, bem expostos entre os dois grandes lábios brancos e carnudos, e, centímetros abaixo, o orifício raiado e pulsante que ele ainda ignora se Tatiana cede ou não aos seus amantes. Quando ele o prova com a língua, ela tem um sobressalto acompanhado de um gemido expressivo, que revelam incontestavelmente o quanto erógena é essa região para ela.

- Você gosta de lambida no cuzinho, Tatiana?, pergunta entre um toque e outro da língua.

- Humm... adoro... Não está vendo como eu me derreto toda? Mas você vai tratar bem dele, não vai?

- Por quê? Você nunca deu a bundinha, não?

- Já, mas...

- “Mas” o quê?

- Mas tem que ir devagarinho... Promete?, implora ela, dengosa.

- Claro, Tati, retruca ele dando um beijo no orifício rosado.

- Ai, não sei não...

- Você vai ver. Mas vamos deixar isso para depois. Agora quero te levar para minha cama.

- Então me leva que eu to toda molinha.

 

Walter ergue Tatiana do sofá e carrega-a como uma recém-casada. Ela sente sua vagina úmida entre as coxas e deseja tanto ser penetrada que sua cabeça gira. Eles entram no quarto sem fechar a porta.

 

Excitadíssmo e mais à vontade, Tomás se livra da sunga e pede a Débora que também fique nua. Empunhando o pau, ele lhe pede que volte sentar-se em seu colo, empalando-a até as bolas e arrancando-lhe um gemido que Walter e Tatiana ouvem no quarto. Agarrando-a pela cintura, Tomás beija a nuca da namorada, lambe suas orelhas, cochicha coisas eróticas e devora-lhe a boca. Débora sente o pau grosso alargar-lhe a buceta, pulsante, enquanto os pentelhinhos rasos fazem cócega em sua bunda. Eles ficam nesse abraço enquanto ouvem os gemidos que vêm do outro cômodo.

 

No quarto, Walter está de pé, ostentando uma monumental ereção e contemplando o corpo deslumbrante de Tatiana, que está de quatro na cama. De costas para ele e olhando para trás, procurando por seus olhos, ela espera impaciente que ele finalmente a possua, depois de semanas de fornicação no carro. Mas Walter não tem pressa. Ele a contempla, masturbando-se lentamente, percorrendo com os olhos o corpo tão sensual à sua frente. O pequeno orifício, objeto dos temores de Tatiana, exibe-se agora a ele, deliciosamente pequeno, entre os dois gomos abertos da bunda alucinante. Logo abaixo, a apetitosa buceta voltou praticamente a fechar-se, mas se oferece, abaulada e carnuda, ultrapassando ligeiramente as coxas verticais. E a visão global do corpo deslumbrante de Tatiana, de quatro, completamente disponível e oferecida leva Walter a um estado de quase êxtase.

- Parece um sanduichinho! exclama ele, enigmático, examinando-a por trás.

- O quê?, ela pergunta, intrigada.

- Tua bucetinha, assim, fechadinha, espremida entre os lábios. Parece um hamburguerzinho.

- E tem alguém doido para comer esse hamburger, não é?

- E como! Vou comer todinho, até a última migalha. Aliás, já vou dar a primeira mordida!

 

E ele de fato abocanha a buceta de Tatiana, mordendo-lhe os grandes lábios como se fossem um hamburger e pondo-se a lambê-la enquanto deixa um dedo distraído acariciar exteriormente o botãozinho anal. Ela geme, alucinada para que ele a penetre, mas ele continua sem pressa, passando-lhe a língua de alto a baixo na buceta oferecida e úmida, sentindo Tatiana contorcer-se e abrir as pernas na esperança de convencê-lo. Ele observa de perto essa flor exótica que rega a si própria com o muco transparente que escorre da entrada. Ele torna a lambê-la, de baixo para cima, como se faz com um sorvete gotejante, detendo-se no pequeno orifício anal, espalhando nele o muco e percebendo na língua o seu relevo. Tatiana reage como a égua no cio que está sendo oferecida ao garanhão. Apreensiva e cheia de desejo, ela saltita, se contorce, geme, arfa, resfolega, sem conseguir entender por que Walter não a penetra de uma vez. Para acalmá-la, ele caminha por fora da cama e vai oferecer-lhe seu membro para chupar. Ela o ataca com fúria, acolhendo-o inteiro, engolindo o fluido que jorra abundantemente.

- Assim... Chupa gostoso... Você gosta dessa babinha? ele pergunta, testando sua resistência.

- Humhum, responde ela, de boca cheia, tentando consolar-se com mais essa preliminar.

 

Na sala, Débora levou Tomás para o sofá e está cavalgando em seu pau, com as pernas dele fechadas entre as suas, enquanto ele massageia seu cuzinho estreito penetrando-o mais a cada vez que ela se afasta. Ela gosta de trepar assim, de frente para ele, seus seios contra o peito dele e chupando sua língua. O pau de Tomás é muito grosso, mais confortável na frente do que atrás. Mas ele não dispensa esse estímulo anal que amplifica a excitação e multiplica os orgasmos. O que ela mais aprecia em Tomás é sua incrível resistência. Enquanto ela goza sucessivamente, ele é capaz de continuar a fodê-la por um tempo lhe parece interminável e praticamente decidir o momento de explodir num gozo copioso de estocadas e jatos densos. Sendo assim, ela se sente livre para subir e descer nesse mastro grosso e incansável e desfrutar dele ao máximo. Tomás, por sua vez, sabendo-se tão senhor de si em termos de ejaculação, entrega-se a carícias e beijos, sem temor de que a excitação desencadeie orgasmos precipitados. Ora agarrando Débora pela bundinha saliente, ora dedando profundamente seu cuzinho ávido, ele a beija enterrando a língua em sua boca e sentindo os bicos entumescidos de seus seios cutucarem-lhe o amplo peito liso.

 

Enquanto isso, extasiado com a nova felação, Walter continua olhando para o corpo divino de Tatiana, dourado de sol, todo empinado e impaciente. Ele passa a mão pela sua coluna e sente a incrível curvatura que produz um efeito de garupa equina projetando a linda bunda para cima. Tatiana, sem deixar de chupá-lo, olha-o esfaimada diretamente nos olhos, quase implorando pela penetração. Ele retira o membro de sua boca e lhe dá um beijo molhado, buscando sua língua. Ela dá um gemido choramingado.

- Você está me matando, Walter! Minha buceta está pegando fogo! Me come... por favor!

 

Isso dá a Walter a certeza de que ela está pronta para ele. Voltando ao pé da cama, ele se debruça por trás dela e pincela com a glande a vagina anormalmente encharcada, espalhando bem o muco e procura o ponto exato de entrada. Tatiana está imóvel, olhando para a frente, tentando antecipar a sensação de ser penetrada por esse homem que tão bem dissimula o seu desejo. Ela sente a extremidade arredondada e lisa percorrer sua fenda de alto a baixo, afastando os lábios para, finalmente, acomodar-se na entrada, avançar o suficiente para testar sua elasticidade, recuar e, finalmente, penetrar, alargando-a subitamente cerca de seis centímetros. Ela dá um profundo gemido, trincando os dentes enquanto tenta reestabilizar seu corpo. O possante membro desliza para dentro dela até que o corpo de Walter vem bater contra o seu. Sua vagina pulsa em torno desse membro roliço que a preenche mais do que ela havia imaginado através dos contatos anteriores.

- Está gostoso? pergunta ele.

- Está me rasgando... mas é bom demais!, diz ela, se contorcendo e gemendo sem parar.

- Eu bem que notei que a sua buceta é pequena, Tatiana, mas não disse nada porque você parecia ter prática.

- É que ele é grosso... Ahn! Não estou mais acostumada com tanta abertura... Mas estou quase desmaiando de tesão... Fica assim um pouco, dentro de mim, por favor... Ahh...

- Mordisca o meu pau com a buceta que ela acostuma logo, Tatiana. E eu adoro isso.

 

Na sala, Débora está estendida de bruços no longo sofá, enquanto Tomás, deitado de costas e em frente a ela com as pernas completamente abertas e jogadas para cima, oferece-se à sua língua voraz.

- Teu cuzinho está tão salgadinho do mar, meu amor!

- Então tira o sal todo, tira. Depois e vou tirar do teu, diz ele, entre gemidos, masturbando o grosso membro e contemplando por cima as costas sensuais da namoradinha. Seu saco, esticado e redondo, completamente depilado, mal cabe na boca de Débora, que o chupa, mordisca, suga e lambe.

- Você nunca mais pediu meu dedo e eu sei que você gosta. Quer?

- Quero, mas se eles vierem, para, ok?

- Prometo, mas você tem que ficar mais à vontade com eles.

- Eu sei, mas acabei de conhecer os dois. Tenta entender.

 

Depois de espalhar saliva com a língua, Débora aplica o polegar na entrada do orifício e começa a introduzi-lo lentamente. Tomás entrega-se a um prazer secreto bem mais intenso do que sua namorada poderia suspeitar por essa pura prática que se tornou natural nos encontros íntimos do casal.

- Você tem um corpo de menino, meu amor! Dá vontade de lamber todinho, diz Débora, contemplando o corpo liso do namorado enquanto sente seu dedo sendo lentamente tragado pelas pulsações do cu.

- Ahn... Que gostoso, Débora... Vou gozar... Chupa meu pau vai, por favor...

 

A menina aquiesce e, empunhando a grossa verga, mas sem deixar de trabalhar com o polegar, introduz o membro na boca e põe-se a chupá-lo vorazmente. Esse prazer combinado é tão intenso que a resistência de Tomás logo cede ao orgasmo.

- Ahhh...

 

Ele sabe que Débora não recusa seu esperma e não se inibe com ela. A menina abocanha a cabeça e permite que os jatos se sucedam em sua boca. Ao mesmo tempo, ela constata que Tomas sentou-se completamente em sua mão, acolhendo inteiramente seu polegar no cu, que ela sente pulsar com toda a força enquanto dura o orgasmo. O rapaz geme, indeciso quanto ao que lhe dá mais prazer, se esse dedo invadindo seu corpo ou a boca quente encharcando seu pau. Quando os espasmos cessam, Débora se vira em silêncio e, reclinando a cabeça em suas coxas, convida-o a beijá-la. Eles compartilham o esperma, que viaja de uma boca à outra até que eles o engolem e trocam um sorriso cúmplice. Débora parece sempre antecipar os gostos do namorado e Tomás aprecia isso.

 

No quarto, Walter entrega-se há longos minutos a uma penetração de estocadas rápidas e profundas, batendo com força contra a bunda de Tatiana, que tenta recuperar algum controle da musculatura vaginal. Walter acaricia circularmente o cuzinho róseo, contemplando a perfeição das preguinhas raiadas.

- Você não dava a bundinha para os namorados, Tatiana?

- Ah, mais ou menos... diz ela, vaga, entre as estocadas firmes que recebe continuamente.

 

Ela desconversa e começa a fazer movimentos lentos com as ancas, induzindo Walter a um vaivém mais suave. Ele desliza para dentro e para fora da buceta superlubrificada, que envolve estreitamente o seu membro em toda a circunferência. À medida que ele acelera, Tatiana emite cada vez mais líquido. Em dado momento, Walter percebe que seus gemidos aumentam. Ele nota então que Tatiana começa a masturbar-se simultaneamente, esfregando nervosamente o clitóris. Tanta excitação o estimula. Ele se retira dela e, indo até a mesinha de cabeceira, pega um estojo.

- Que é isso?, pergunta ela, intrigada.

- Surpresa. Você vai adorar. Não olha para trás, está bem?

 

Ela aquiesce e ele tira do estojo um vibrador em forma de zepelim, de cerca de dois dedos de diâmetro. Em seguida, ele volta a penetrá-la enquanto massageia-lhe o cu com a parte carnuda do polegar.

- O que você vai fazer? pergunta ela, entre gemidos, fazendo-se de desentendida.

- Vou te fazer gozar muito. Quer?

- Quero... Quero ficar fraca de tanto gozar...

 

Ele então encosta a extremidade arredondada do dildo na concavidade anal e liga o vibrador. Tatiana tem um leve susto, mas logo entende e se entrega, confiante. Mas a sensação é tão inusitada que em segundos ela é tomada por um orgasmo avassalador. Seus próprios movimentos fazem com que o cu acolha o vibrador um pouco mais profundamente, provocando-lhe a sensação mais intensa que ela jamais experimentou.

- Ahhhh! Que loucura é essa, Walter? Nunca fiquei assim! Estou... estou... zonza de tanto gozar. Mas continua... não para de meter... por favor!

 

Controlando o vaivém do dildo anal, Walter concentra-se em seus próprios movimentos, fazendo-os bem longos e profundos. A cada vez que ele o retira completamente, percebe o quanto Tatiana está molhada.

- Ah... não tira! choraminga ela.

- Tua bucetinha está linda, Tatiana, vermelhinha, parece uma flor cheia de orvalho.

- Ahn... Você vai foder muito essa florzinha, não, vai?

- E a outra florzinha também, se você deixar.

- Ah, não sei...

- Você não está gostando do vibrador?

- Estou, não é isso... Ahn! Continua assim, gostoso...

 

Walter desconfia que Tatiana não queira revelar algum mistério sobre sua experiência com o sexo anal, mas decide não explorar o assunto por ora.

 

Na sala, Tomás e Débora começam a ficar curiosos sobre o que os outros estarão fazendo e resolvem ir dar uma espiada. Pé ante pé, eles vão até a porta do quarto e deparam com uma nova cena. Walter e Tatiana mudaram de posição e ela agora o cavalga. Eles a vêem de costas saltitando no pau duríssimo enquanto ele espreme seus seios e lhe diz coisas imorais.

- Rebola nele... assim... rebola nele sorrindo para mim com essa carinha, vai...

- Me faz gozar gostoso pela milésima vez... Me fode, vai... Quero dormir exausta de tanto te dar.

 

Ao ouvir isso, Débora não pode deixar de emitir um risinho, que não escapa à atenção do casal. Walter ergue a cabeça e sorri olhando amistosamente para os dois, convidando-os a entrar com um grande gesto do braço. Tatiana, um pouco inibida, limita seu olhar à amiga, cobrindo o rosto com a mão e fingindo vergonha.

- Já não era sem tempo! exclama Walter. Terminaram o “aquecimento”?

 

Débora caminha até a cama, entra nela de joelhos e, abraçando a amiga, dá-lhe um beijo na bochecha, ajeitando-lhe o cabelo desarrumado, depois olha por trás dela para ver o ponto de contato entre ela e o parceiro. Ela não se acanha de fazer um rápido carinho nas bolas de Walter e dar um tapinha no bumbum da amiga.

- Gostei, Débora. Pode usar e abusar, ouviu? diz Walter, divertido.

 

Tomas, por sua vez, observa, ainda reticente. Como antes, ele se sente atraído pela janela e caminha até ela, percorrendo o quarto surpreendentemente amplo em relação à área do apartamento. Ele percorre a parede em frente ao pé da cama, um longo guarda-roupa de portas deslizantes espelhadas, e chega à janela, que dá para outros prédios da Rua das Laranjeiras. Walter lhe dá breves e discretas olhadas, observando seu corpo claro apenas vermelho de sol, suas coxas musculosas e a bunda carnuda completamente lisas. Mas não há muito que ver do lado de fora, através dessa jenela e Tomás se volta para dentro constatando imediatamente o quanto sua namorada se entrosa bem com o casal de amigos. Enquanto Tatiana continua a cavalgar Walter, Débora afaga seu cabelo e acaricia-lhe o baixo das costas. As meninas são tão bonitas e bem feitas que Tomás deseja ser mero espectador por um tempo. Ele se acomoda no parapeito baixo da janela e se delicia com o espetáculo, deixando seu pau duro reagir livremente ao sabor da excitação. De vez em quando, Walter olha para ele e, com uma piscadela cheia de sentido, convida-o a participar, mas logo entende que ele quer assistir e dedica-se a integrar completamente Débora à transa a três. Na primeira ocasião em que seu pau escapa de dentro de Tatiana, ele segura as mãos da namorada e deixa Débora adivinhar o que ele espera dela. Débora olha com todo carinho para Tomás, em seguida para o imponente e maduro membro de Walter que pulsa contra as costas da amiga. Empunhando-o, ela lhe dá uma chupada e repõe-no na buceta da amiga, provocando um gemido. Tomás observa a cena sentindo seu pau lhe dar trancos. Em seu foro interior, ele não pode negar que sua atração se estende ao sexo desse parceiro de programa tão maduro e confiante. Mas ele ignora se Walter espera algo nesse sentido, portanto julga mais prudente esperar. Os gemidos de um orgasmo intensíssimo de Tatiana tiram-no de seu devaneio e só então ele percebe que Débora passou para trás da amiga e, estreitamente colada a ela, massageia seus seios enquanto ela geme, se contorce e agita a cabeça.

- Descarrega esse gozo todo no meu pau, minha linda, para ele nadar nessa buceta gostosa, diz Walter, sem permitir que ela pare de cavalgá-lo.

 

Tatiana vai reduzindo os movimentos até parar, ofegante, sem contudo sair de cima do namorado. A indecisão quanto a gostar ou não da idéia de que Débora tome o lugar da outra faz com que Tomás decida enfim aproximar-se da cama. Walter observa seu corpo liso e claro, avaliando pela primeira vez de perto o volumoso atributo sexual desse rapaz quase dez anos mais novo que ele. Pelinhos castanhos claros muito bem aparados ornam o final da virilha formando um estreito trapézio invertido, mas o saco é completamente liso e rosado. O grosso tronco encabeçado por uma ampla glande rosada não deixa a menor dúvida: Walter quer ver essa bela máquina de sexo em ação.

- Acorda esse colosso, Débora! pede ele, brincalhão, à menina que continua sentada sobre suas coxas, por trás de Tatiana.

 

Débora colhe o pau de Tomás, que está de pé, fora da cama, ao seu lado, e o introduz na boca, chupando-o suavemente, mais para molhá-lo e despertá-lo pela temperatura e pelo carinho da língua do que pela intensidade. A resposta é pronta e logo o grosso pau força seus lábios e já não cabe inteiro na boca. O saco perfeitamente depilado começa a inchar, assumindo uma forma arredondada e quase sem rugas. Walter, excitado com a perspectiva de enfim realizar a fantasia grupal com o casal, conduz a mão de Tatiana para que ela envolva esse belo instrumento com os dedos e o acaricie. A moça tem uma agradável surpresa; a beleza de Tomás sempre a seduziu e ela chegou a sonhar com esse momento. Afagando-lhe o saco, ela sabe que não haverá mais limites no que ela poderá desfrutar dele neste dia. Ela aproveita para acariciar-lhe a coxa enquanto observa a amiga deliciar-se com o suculento membro entre os lábios. Enquanto isso, Walter pulsa em sua buceta, excitadíssimo com a cena. Tranquilamente, ele sai de dentro de Tatiana e faz com que ela avance um pouco em direção à sua barriga, puxando Débora pela perna para que ela assuma o lugar de sua namorada. Encharcada de excitação, mas ainda um pouco receosa quanto à reação de Tomas, Débora avança, deixando-se discretamente penetrar. Tomás não percebe de pronto, de olhos fechados, extasiado com a felação que ela lhe proporciona. Mas Tatiana, inteligente e curiosa, leva a mão atrás de si e, tateando, apalpa sem querer o clitóris e os lábios que acolhem os vaivéns do grosso membro do seu namorado, arrancando um pequeno gemido da amiga. Excitada, ela avança ainda mais e vai oferecer-se à boca ávida de Walter. Isso desperta Tomás do seu transe e ele constata que sua namorada está sendo penetrada pelo outro homem. Mas a bunda perfeita que Tatiana faz oscilar para proporcionar a Walter o máximo de prazer faz Tomás redobrar de excitação e banir qualquer intenção contrária ao compartilhamento de sua namorada, que parece tão satisfeita. Segurando-a por trás da cabeça, ele mergulha seu membro em sua boca; ele sabe o quanto ela aprecia sentir seu pau deslizar sobre a língua para preencher-lhe a boca toda e chegar àgarganta.

 

A cena, o calor dos corpos, os gemidos de prazer e os reflexos nos espelhos enchem o quarto de uma atmosfera deliciosamente carregada de erotismo. O grupo está harmoniosamente entretido e nada parece ser excessivo. A excitação de Tomás dispara quando ele depara com o cuzinho de Tatiana sendo revelado por Walter, que, separando os dois gomos da bunda perfeita da menina, olha para ele com ar malicioso. De pronto, ele imagina que o novo amigo esteja lhe dando uma sugestão do que fazer com Débora, o que o deixa um tanto apreensivo porque ela costuma ser bem parcimoniosa quanto a essa vairante sexual. Mas um gesto de Walter logo o faz descobrir que talvez a intenção seja outra, bem mais inesperada. Enquanto ele procura um sinal que o certifique, Walter cochicha alguma coisa na orelha de Tatiana e ela se vira, olhando significativamente para Tomás. Não resta muita dúvida na mente do rapaz.

 

Tomas retira carinhosamente seu pau da boca da namoradinha, beija-a voluptuosamente e, diante do seu olhar espantado, entra de joelhos na ampla cama de casal para interpor-se a ela e Tatiana, que já se encontra literalmente sentada no rosto de Walter. Este continua a devorá-la com boca. Tomás ainda hesita um pouco, mas um tapinha na coxa o faz descobrir, na mão de Walter, um tubo de lubrificante. Débora, olhando por cima de seu ombro, dá uma risadinha e o envolve pela barriga com os dois braços.

- É o que você adora, amorzinho! cochicha ela, sorridente.

 

Tomás desatarracha a tampa e, espremendo a bisnaga macia, deposita uma boa porção de lubrificante sobre sua ampla glande, espalhando em seguida o produto por todo o tronco do pau. Tatiana, que já teve a oportunidade de observá-lo, está excitadíssima e quase a ponto de ter outro orgasmo com a língua de Walter que não para de escovar-lhe o clitóris completamente intumescido. Assim que ela se empina para oferecer-se ao máximo a Tomás, sente os dedos do rapaz untando-lhe a periferia e a entrada do orifício. Mais uma vez, ela se prepara como uma fêmea no cio, encharcando a boca de seu namorado de líquido vaginal. Walter, por sua vez, anseia secretamente pelo momento em que há de satisfazer um lado ainda inconfesso.

 

Tatiana se imobiliza quando Tomás estabelece o contato. Ela parece olhar fixamente o espaldar da cama, diante de si, mas a verdade é que ela não vê nada, apenas concentra-se em relaxar o cu para acolher todo o diâmetro que está para alargá-lo. Tomás avança, ela geme em resposta. Débora massageia por trás o saco do namorado e afaga a bundinha curta e rechonchuda que ela mordeu e beijou tantas vezes. Tomas investe novamente, segurando Tatiana firmemente pelas ancas. A cabeça alarga o orifício e a moça emite um gemido longo e grave. Tomas repete a operação algumas vezes, mas acaba pedindo à Débora que aplique um pouco mais de lubrificante diretamente sobre seu pau. Ela faz isso e, aproveitando o excesso de lubrificante nos dedos, estimula-o a ir em frente massageando seu cu e penetrando-lhe um dedo. Tomas investe novamente, o cu de Tatiana finalmente cede e o grosso e maciço membro avança deslizando reto adentro. Tatiana se contorce, gemendo e choramingando, mas implorando que ele não pare. O vaivém se inicia em meio a gemidos muito intensos.

- Fode... Não para, por favor, Tomás. Mete... Mais fundo... Fode meu cu com esse pauzão... Assim... Assim... Não para... Ai, Walter, to gozando! Ahhh! Não para de lamber minha buceta...

 

Débora apenas espera pelo sinal de Tomás. Assim que ele olha para trás, ela lhe introduz o indicador e o dedo médio em seu cuzinho bem untado de lubrificante. Ele empina-se convidando-a a ir mais fundo e, quando ela chega ao ponto desejado, ele inicia um ritmo longo e regular que lhe permite penetrar profundamente Tatiana enquanto desfruta do estímulo anal que vai multiplicar seu próprio orgasmo. Ele não ignora que a curiosa sensação em seu saco se deve à língua de Walter e, de vez em quando, se imobiliza quando está completamente cravado no cu de Tatiana. Nesses momentos, Walter consegue  lamber suas bolas antes de passar a língua pela buceta escancarada da namorada, que entra na fase esperada de orgasmos sucessivos, inclusive despejando secretament pequenos jatos em sua boca. Tatiana não se sente muito à vontade de dizer que é uma dessas mulheres que tem o dom de ejacular em "chafariz". Mas ela geme muito e isso desencadeia o orgasmo em Tomás. Por delicadeza, ele se retira dela, mas logo sente seu pau fortemente empunhado por Walter, que o direciona para baixo, masturbando-o e fazendo-o gozar fartamente em seu peito. Como por instinto, Débora sai de trás de Tomás e vem lamber seu esperma diretamente sobre o corpo de Walter, diante dos sorrisos excitados dos demais. Ela recolhe o que pode e vai beijar apaixonadamente o namorado, sob os aplausos brincalhões do casal de amigos. Eles dão por terminada a deliciosa sessão de sexo grupal e descansam lado a lado na cama, conversando sobre suas impressões. A primeira a falar é Débora.

- Não vai agradecer a Tatiana, Tomás? Ele adora comer um cuzinho, Tati.

- E ele é o máximo! Obrigada, Tomás. Você não pode imaginar como eu gozei.

- Legal, Tati. É verdade, eu curto muito anal e o teu cuzinho é do jeito que eu gosto.

- Mas eu sou muito apertadinha para ele, sabe Tati? Não é, meu gatinho? interrompe Débora, com a cabeça em seu peito.

- Você diz que é, mas eu acho que é medo.

- Isso é porque não é em você! responde a menina, fingindo zanga e mantendo gentilmente oculto o prazer anal do seu namorado.

- Você comeu o cuzinho da Tati antes de mim, Tomás. O privilégio merece compensação. Não é Débora? diz ele encarando-os maliciosamente.

- Vamos pensar no caso, não é, Tomás? responde ela, afagando os pentelhinhos do namorado e brincando com a ambiguidade.

- Estou morta! declara Tatiana, deitada de bruços, acolhendo como uma gata o carinho de Walter em sua bunda.

- Então era isso, hein, safadinha! Você gosta de dar a bundinha para os dotados.

- Para, Walter! retruca a namorada, fingindo vergonha.

- É sim. Você queria dar para o Tomás, que tem pau grosso.

- Tá, mas isso não quer dizer que eu não vá dar para você. Só não pode ser agora porque estou exausta; esse menino me deu uma surra!

 - Morta a ponto de recusar uma saída? pergunta Walter. A gente poderia sair para comer alguma coisa e tomar umas cervejas, o que vocês acham?

- Acho boa idéia, responde Tomás. Só não pode ser muito tarde, senão minha mãe vai me encher a paciência o domingo inteiro. Ela ainda não entendeu que eu cresci.

- Xi, é mesmo! A mãe do Tomás não é fácil, endossa Débora.

- Vocês não podem vão para dormir? sugere Walter. Agora que estamos íntimos, lugar não é problema!

- Não sei, responde o rapaz, reticente.

- Ah, gatinho, liga para a tua mãe! pede Débora, choramingando. Eu posso ficar; só preciso ligar avisando.

- Bom, vou ligar lá da sala para me concentrar nos argumentos, diz o rapaz já se levantando.

 

Tomás sai do quarto e volta minutos depois, iluminado.

- Tudo bem. Eu disse a ela que vou ficar na casa de um colega.

 

Os dois casais cochilam lado a lado, mas acabam caindo num sono profundo. Por volta das onze e meia da noite, Walter acorda os demais. Suas roupas caem como uma luva em Tomás. Eles vão para um barzinho no Leblon e comem, bebem e conversam animadamente. Por volta das 3h da manhã, eles voltam para casa e tornam a adormecer ao encostarem a cabeça no travesseiro. Os sonhos eróticos povoam o sono de cada um, animados pela certeza de que o domingo será ainda mais rico de experiências eróticas do que esse sábado sensacional.


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(*) Embora perfeitamente autônoma, esta narrativa é a continuação natural da precedente, intitulada "A Véspera".

 

Par Marc Fauwel - Publié dans : Grupal - Communauté : LesMeilleursBlogsdeSexe
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